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Indústria solar corre para excesso de oferta, diz IEA

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Atualização do mercado de renováveis publicada pela Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês), nesta quinta (1/6), estima que a capacidade global de fabricação de equipamentos fotovoltaicos atinja quase 1 terawatt (TW) em 2024.

O volume seria suficiente para atender à demanda anual do cenário Net Zero 2050, que aponta que para o mundo conseguir descarbonizar sua matriz elétrica precisará alcançar quase 650 GW de geração solar em 2030. 

“Com a capacidade de fabricação de energia solar fotovoltaica prevista para mais do que dobrar até 2024, a indústria está correndo para um excesso de oferta”, diz a agência.

A IEA também vê uma tendência de diversificação da cadeia de suprimentos, hoje concentrada na China.

Destaque para Estados Unidos, Europa e Índia, onde os governos começaram a priorizar a diversificação da cadeia de fornecimento de energia solar fotovoltaica.

O esquema de Incentivo Vinculado à Produção (PLI) da Índia e a Lei de Redução da Inflação (IRA) dos EUA fornecem subsídios aos fabricantes domésticos para competir com a China.

Como resultado, a agência identificou um aumento de mais de 120% de novos projetos de fabricação de energia solar fotovoltaica anunciados entre novembro de 2022 a maio de 2023.

O potencial de criação de cadeias de suprimentos fotovoltaicas em cada uma dessas regiões supera 20 GW de capacidade.

Já a nova capacidade de fabricação na União Europeia representa apenas 14% dos anúncios rastreados pela IEA desde agosto de 2022.

“O Plano Industrial do Green Deal da UE e a Lei da Indústria Net-Zero visam porcentagens específicas de fabricação solar fotovoltaica doméstica, mas ainda não incluem incentivos específicos”, explica.

Além disso, os altos preços da energia industrial tornaram mais caro fabricar equipamentos solares fotovoltaicos no bloco.

“Sem uma política de fabricação ou prêmios de conteúdo doméstico, a fabricação de equipamentos solares fotovoltaicos na União Europeia é menos competitiva do que na Índia ou nos Estados Unidos”, completa.

Fonte: Assessoria

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