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HRT. Continua ser o retrato do caos e mortes

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Toledo assiste, perplexa, ao colapso silencioso de um hospital que deveria ser referência regional. O Hospital Regional, entregue ao Instituto IDEAS, virou laboratório de improvisos, um eterno pedido de “mais verbas” e uma vitrine de negligência — essa sim, garantida diariamente.

Enquanto o promotor José Roberto Moreira lembrou o óbvio: “quem deve bancar o hospital são União e Estado, não o município”, a engrenagem continua a moer gente. Toledo, sozinha, paga a conta de mais de 20 municípios da 20ª Regional de Saúde, enquanto o IDEAS engorda relatórios e apresenta seu tradicional disco arranhado: “precisamos de mais dinheiro”. O problema não é falta de verba. O problema é falta de vergonha.

Uma estrutura que desmorona

Os profissionais denunciam a esse jornalista que o Hospital Regional opera sem pilares básicos de segurança: não há responsável pela Qualidade, o CCIH está vazio e o sistema foi desligado por falta de pagamento. Resultado? Um retorno ao papel, erros de prescrição e uma equipe que tenta sobreviver entre improvisos e ordens contraditórias. Coordenadores pedem demissão após pressão e perseguição interna.

A fiscalização de amigos e a pizza sanitária.

No episódio que já virou piada amarga nos corredores, a direção soube antecipadamente da visita da vigilância ao CME e ao centro cirúrgico. Amizade demais, fiscalização de menos. Deu no que deu: inspeção superficial e um aumento alarmante de infecções pós-operatórias. A pizza veio quente. A segurança, fria.

UTI da morte: O caso que envergonha a saúde pública

O falecimento de Edua..do e…rrero ..erres, após desconexão não monitorada do ventilador mecânico, escancara um nível de negligência que assusta. Houve falha, houve omissão, houve tentativa de maquiar os fatos — mas não houve investigação. Funcionários descrevem o setor como “UTI da Morte”, onde protocolos viraram ficção e responsabilidades desapareceram.

A fila que vale dinheiro

No centro cirúrgico, a prioridade deixou de ser clínica. Agora é contábil. Cirurgias mais caras avançam, enquanto pacientes antigos definham na fila. O sistema interno mostra: quem custa mais, passa na frente. Quem espera há um ano, segue esperando. Uma política perversa que transforma saúde em cifra e dor em estatística.

ALICE: A cirurgia que não existiu

O caso de Alice ….mes ….aião é o símbolo mais cruel do caos. Internou-se para uma colecistectomia que nunca foi feita, mas saiu do hospital com dois drenos, um pneumotórax iatrogênico, uma lesão traqueal e um relatório falso dizendo que o procedimento foi realizado. A tentativa de “não perder o faturamento” atropelou protocolos, ética e bom senso. Cascavel recusou a transferência — e devolveu o problema ao berço da negligência.

Demiti para silenciar: A gestão do medo

Quem denuncia, cai. Quem questiona, é afastado. Quem tenta organizar, é perseguido. A gestão instalou um ambiente de intimidação que sufoca qualquer tentativa de melhorar o hospital. Os que ficam, trabalham sob medo. Os que tentam mudar, vão para a rua. O Regional virou laboratório de autoritarismo administrativo.

Anestesia em dobro: A rotina do proibido

Profissionais relatam que anestesistas atendem duas cirurgias simultaneamente — prática proibida, antiética e extremamente perigosa. No Regional, porém, virou rotina. Um desrespeito claro ao Código de Ética Médica e um risco gravíssimo aos pacientes, que ficam vulneráveis no momento mais delicado do atendimento.

Cadeia de omissões: Onde estão os vereadores e o CMS?

Diante de tantos escândalos — mortes suspeitas, relatórios falsos, filas manipuladas, CCIH ausente e perseguição institucional — é impossível não perguntar: onde estão os vereadores? Onde está a comissão de saúde do Legislativo? Onde está o Conselho Municipal de Saúde? O silêncio político é ensurdecedor. Toledo não precisa de discursos — precisa de ação. Antes que mais vidas se percam.

Gabinetes amaldiçoados ou vereadores desesperados?

Publiquei esta coluna em 19 de janeiro de 2024, quando ainda achava — ingenuamente — que o problema era o “gabinete”. Depois, pedi desculpas: o coitado não tinha culpa de nada.

O culpado sempre foi a ocupante principal

Naquele momento, já eram 12 demissões, todas fruto de um único motivo: sobrevivência. Funcionários fugindo de um ambiente contaminado. Agora, 22 meses depois, em novembro de 2025, o gabinete já soma 15 baixas.

Que diabo tem nesse gabinete?

Aparentemente, algo que repele qualquer ser humano funcional. A verdade é simples: há gabinetes sem ventilação e há gabinetes sem humanidade. O problema aqui é o segundo. Diante desse cenário, fica a sugestão à presidência da Câmara: que invoque o artigo 74 da Lei 14.133 e contrate, sem licitação, um time completo de salvamento espiritual: pastores, padres, monges, pais de santo, macumbeiros, espíritas — tudo dentro da legalidade e, se possível, com garantia estendida contra surtos de vaidade, autoritarismo e instabilidade emocional.

Porque, se há gabinete “amaldiçoado” nesta Casa, é aquele onde ninguém consegue trabalhar sem pedir socorro psicológico.

As “lambanças” não ficam só naquele gabinete, mas começam pela própria presidência, que organiza papéis, mas desorganiza pessoas. A contratação da agência de publicidade que o TCE precisou apontar é prova disso. Agora, o mais recente e vergonhoso título da câmara com “achacadores”.

Mas, quanto ao gabinete da vereadora “Chourinda”, os fatos falam por si: 12 servidores saíram em 2024, muitos sob violência emocional; agora, 15 no total.

A lista de vítimas inclui estagiários e assessores que mal tiveram tempo de decorar o ramal da mesa. As PORTARIAS registram oficialmente a remendando os buracos criados pela rotação recorde. Se há um gabinete que precisa de bênção, descarrego ou restauração espiritual, é este. E se nem isso resolver, aí sim descobriremos que o problema não era o gabinete — era quem insiste em habitá-lo.

Tem mais:

Amanhã, falarei sobre os edis da cidade de Maripá, que, também estão possessos com a intromissão da nobre edila do gabinete amaldiçoada.

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Edição nº2809 – 18/02/2026

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