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Gente e Poder — Última coluna do ano

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Este ano abri espaço para mais de cento e dezesseis vozes que ajudam a construir Toledo — autoridades políticas, lideranças religiosas, representantes de entidades filantrópicas, presidentes de clubes, dirigentes de ONGs e, principalmente, cidadãos comuns. Aqui, ninguém é “menos importante”. Cada história tem peso, cada opinião tem lugar. Nossos microfones estiveram abertos a todas as cores, credos e correntes ideológicas — porque democracia não se pratica no discurso, mas na convivência.

Ao longo desses doze meses, nossa meta foi clara: mostrar o lado produtivo de Toledo — a cidade que pulsa no agro, no comércio, na indústria, nas feiras, nos prestadores de serviço e no trabalho voluntário. Não fugimos do debate, não terceirizamos responsabilidades. Cobramos, apontamos caminhos e fomos ponte entre sociedade e autoridades, sempre com respeito, mas sem omissão.

Toledo encerra o primeiro ano de uma nova gestão com obras estruturantes, decisões estratégicas e projetos que vão marcar a vida do toledano por muito tempo. E que ninguém se engane: 2026 será um ano eleitoral, mas também será um ano de trabalho — a cidade seguirá em movimento, porque quem produz não tem tempo para palanque.

Resta um recado aos eleitores: Toledo fez sua escolha ao eleger um gestor municipal preparado. Que a mesma lucidez se repita nas urnas para os cargos legislativos estadual e federal. A cidade não precisa de paraquedistas políticos que aparecem de quatro em quatro anos para sugar votos e desaparecer. Toledo merece representantes de Toledo — comprometidos com a cidade, e não com os próprios interesses.

Fechamos o ano com a mesma postura de sempre: firmes, democráticos, independentes e verdadeiros. Aqui não há adulação nem rancor — há jornalismo. Jornalismo que questiona, que respeita e que não se curva.

Viva Toledo. Viva 2025. E que venha 2026 — com trabalho, coragem e consciência.

Na UTI após complicações cirúrgicas

O ex-prefeito de Toledo, Luiz Adalberto “Beto” Lunitti Pagnussatti, permanece internado em Unidade de Terapia Intensiva após complicações decorrentes de um procedimento cirúrgico intestinal realizado no dia 17 de dezembro, em um dos hospitais mais conceituados de São Paulo.

Dias depois da alta, já em sua residência, Lunitti apresentou intercorrências clínicas e precisou ser internado no Hospital Geral Universitário (HGU), em Toledo. Informações extraoficiais indicam que a equipe médica local chegou a avaliar a possibilidade de uma nova intervenção, mas, por orientação dos profissionais que o acompanham em São Paulo, optou-se inicialmente pela conduta de observação e estabilidade do quadro. Segundo as últimas informações, ele se enconta bem e, deve receber alta nos próximos dias.

A família acompanha de perto o tratamento e agradece as manifestações de apoio e respeito e até as 17h50 desse 30 de dezembro não emitiu nem uma nota oficial sobre essas informações.

Plano técnico, vontade política zero

Li o Plano Anual do Controle Interno para 2026 e a sensação é aquela de sempre: no documento, o município parece uma referência em governança; na prática, o sistema ainda sobrevive à base de boa vontade técnica. O plano é robusto, organizado, alinhado ao TCE — mas depende de algo que a burocracia sozinha não resolve: decisão política de verdade. Sem equipe, tecnologia e autonomia, o controle continua forte no papel… e frágil onde realmente importa.

Segregação de funções: o remédio contra o “jeitinho”

O documento insiste em algo básico — separar quem executa de quem fiscaliza. Parece óbvio, mas em muitos setores ainda reina a cultura do acúmulo de poder e da conveniência administrativa. O PAA aponta para uma máquina menos improvisada e mais responsável. A pergunta é: haverá vontade política para romper com velhos hábitos… ou o “jeitinho institucional” continua mandando mais que o manual?

Auditoria onde o calo aperta — e onde a política costuma fugir

As prioridades estão traçadas: saúde, frotas, contratações, meio ambiente e gestão de pessoas. Justamente as áreas onde a gestão gosta de discursar, mas nem sempre gosta de ser fiscalizada. Quando o Controle Interno aparece antes do problema, muita gente perde o conforto do improviso. Auditoria preventiva tem um efeito colateral: reduz a margem para o espetáculo político.

Transparência: quem tem convicção publica, quem tem medo esconde

O plano aposta em portais, dados, rastreabilidade de recursos e cruzamento de informações. Não é só técnica — é disputa de narrativa. Governo que realmente confia na própria gestão abre os números. Quem resiste, normalmente, não está protegendo o contribuinte… está protegendo o constrangimento futuro.

Os riscos que a política finge não ver

O PAA é claro: falta gente, faltam sistemas, faltam respostas às recomendações. E aqui está o ponto sensível — ou o governo investe no Controle Interno, ou assume o ônus de continuar administrando no limite da boa intenção. Ignorar estrutura e cobrar resultado é a velha tática de quem prefere controle decorativo a controle efetivo.

Governança: discurso moderno, prática antiga?

O plano aponta maturidade institucional — mas também expõe a distância entre o slogan e a realidade. Em 2026, a gestão terá uma escolha simples e incômoda: transformar governança em política de Estado… ou mantê-la como peça de marketing administrativo.

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Edição nº2802 – 18/12/2025

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