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Fiscaliza, mas também entrega

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Muitos parlamentares se especializam em apontar problemas, o vereador Odir Zoia tem buscado algo além da crítica: a solução.

Durante agenda na Assembleia Legislativa, ao lado do deputado estadual Márcio Pacheco, Zoia recebeu a confirmação de duas demandas que vinham sendo tratadas desde o ano passado. Uma delas já está em fase de licitação para atender a saúde pública. A outra prevê a aquisição de uma caminhonete para a Secretaria de Agricultura e Proteína Animal, com recursos de R$ 125 mil destinados pelo Governo do Estado. O pedido consta em protocolo oficial do Município de Toledo.

Fiscalizar é obrigação do vereador. Buscar soluções também.

A política que gera resultado

Nos bastidores da política, existe uma diferença entre cobrar e construir.

Cobrar é importante. Construir é mais difícil.

Ao longo do mandato, Zoia tem mantido uma postura de cobranças frequentes às secretarias municipais, mas também tem percorrido gabinetes e órgãos estaduais em busca de recursos para atender demandas da população.

Quando a reivindicação se transforma em investimento, a política deixa de ser discurso e passa a ser resultado.

Agricultura contemplada

Uma das conquistas anunciadas durante a agenda em Curitiba envolve a Secretaria de Agricultura e Proteína Animal.

O município formalizou pedido de R$ 125 mil para aquisição de uma pick-up cabine dupla destinada ao atendimento das atividades da pasta.

Pode parecer apenas um veículo.

Mas para quem está na ponta, atendendo produtores rurais e comunidades do interior, significa mais estrutura, mais agilidade e mais presença do poder público.

Bombeiros mais próximos

Outro tema destacado por Márcio Pacheco foi a tramitação do projeto que prevê a implantação de uma estrutura própria do Corpo de Bombeiros em Toledo, a pedido do prefeito Mario Costenaro, junto a CCJ onde o parlamentar atua. A medida representa uma reivindicação antiga da cidade e pode ampliar a capacidade de resposta em situações de emergência.

Entre uma emenda e outra, algumas conquistas acabam ficando fora dos holofotes. Mas são justamente elas que costumam produzir efeitos permanentes na vida da população.

Política sem selfie

Há quem faça política para aparecer. Há quem faça política para entregar.

A agenda de Zoia em Curitiba dificilmente renderá milhares de curtidas nas redes sociais. Mas pode resultar em equipamentos para a agricultura, investimentos para a saúde e avanços em áreas estratégicas do município.

No fim das contas, é isso que a população espera de quem recebeu um mandato: menos discurso e mais resultado.

Quatro mulheres. Quatro histórias. Quatro profissionais que transformaram conhecimento em propósito.

Neste sábado, teremos a oportunidade de ouvir Ana Cristina Fogaça, Luzia Duarte Frizzo, Vanildes Araldi e Tatiane Andrade, mulheres que construíram suas trajetórias atuando diretamente com pessoas, organizações e desenvolvimento humano.

Em um momento em que a saúde mental deixa de ser apenas uma preocupação individual para se tornar uma responsabilidade das empresas e instituições, elas chegam para esclarecer, orientar e compartilhar experiências sobre um dos temas mais relevantes da atualidade: a aplicação prática da nova NR-1, os riscos psicossociais e a segurança jurídica no ambiente corporativo.

Mais do que falar sobre normas e legislação, vamos falar sobre pessoas. Sobre ambientes mais saudáveis. Sobre prevenção. Sobre qualidade de vida.

Porque antes de qualquer empresa, existem seres humanos.

E cuidar das pessoas continua sendo o melhor investimento que uma organização pode fazer.

Quatro vozes, um mesmo propósito

Nem sempre as grandes transformações começam com leis ou decretos.

Muitas vezes começam com pessoas dispostas a compartilhar conhecimento.

Neste sábado, quatro profissionais sobem ao palco do debate para tratar de um tema que deixou de ser tendência e passou a ser necessidade: a saúde mental no ambiente de trabalho.

A norma que fala de gente

A nova NR-1 não trata apenas de documentos, formulários ou exigências legais.

Ela fala sobre ansiedade, pressão, esgotamento emocional, relações de trabalho e qualidade de vida.

Em resumo: fala de gente.

E talvez por isso esteja provocando tantas mudanças dentro das empresas.

Segurança jurídica começa nas pessoas

Durante muito tempo, muitas organizações acreditaram que segurança jurídica dependia apenas de contratos, normas internas e procedimentos.

A nova realidade mostra algo diferente.

Empresas que cuidam das pessoas reduzem conflitos, fortalecem equipes e constroem ambientes mais seguros para todos.

Liderança que acolhe

A figura do gestor também mudou.

O chefe que apenas cobra resultados está ficando para trás.

O mercado procura líderes capazes de ouvir, orientar, prevenir conflitos e construir ambientes emocionalmente saudáveis.

A nova NR-1 apenas formalizou uma exigência que a sociedade já vinha fazendo há anos.

O custo de ignorar

O adoecimento emocional deixou de ser apenas um problema individual.

Hoje ele impacta produtividade, relacionamentos, afastamentos, ações trabalhistas e resultados financeiros.

Ignorar os riscos psicossociais já não é apenas um erro humano.

Também pode se transformar em um erro de gestão.

Mulheres que fazem a diferença

Em um ambiente tradicionalmente dominado por números, indicadores e legislação, quatro mulheres chegam para lembrar algo fundamental.

Nenhuma organização será verdadeiramente forte se não souber cuidar das pessoas que a constroem todos os dias.

E talvez essa seja a principal mensagem do encontro deste sábado.

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Edição nº2824 – 16/06/2026

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