Da Redação
Desde o início dos atendimentos, em 22 de abril, até esta quarta-feira (6), o Cartório Eleitoral de Toledo atendeu muitos eleitores. Os números finais serão divulgados nesta semana, depois do último dia de regularização para que os eleitores estejam aptos a participar do pleito em outubro.
A chefe do Cartório da 148ª Zona Eleitoral, Lúcia Midori Takano, confirma que o movimento está intenso. “Esta quarta-feira é o último dia para quem deseja tirar o primeiro título, regularizar a situação eleitoral, coletar a biometria ou realizar a transferência de domicílio. Por isso, há um grande fluxo de atendimento. É comum que o brasileiro deixe para a última hora, por isso a expectativa é de que o movimento aumente ainda mais na segunda e na quarta-feira. Quem precisa de atendimento da Justiça Eleitoral é orientado a comparecer o quanto antes. O atendimento segue até as 18h”, afirmou.
Ela relata que em relação ao perfil dos atendimentos, muitos jovens têm procurado o serviço, especialmente para a emissão do primeiro título eleitoral. “O título pode ser feito a partir dos 15 anos completos, mas o direito ao voto só é garantido a quem completar 16 anos até o dia 4 de outubro, data do primeiro turno das eleições. Um dos serviços mais procurados continua sendo a coleta biométrica. O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná também tem enviado mensagens, inclusive via WhatsApp, informando eleitores que ainda não realizaram a biometria e orientando a regularização até o dia 6 de maio. Para quem está em Toledo recentemente e deseja votar nas eleições de 4 de outubro, é necessário apresentar documento oficial com foto (como RG ou CNH) e comprovante de residência, preferencialmente em nome do próprio eleitor”.
Entre os principais serviços oferecidos estão:
Emissão do primeiro título eleitoral;
Regularização de títulos cancelados ou suspensos;
Transferência de domicílio eleitoral;
Atualização de dados cadastrais;
Coleta ou revisão da biometria.
BIOMETRIA – A biometria do eleitor é verificada no cadastro da Justiça Eleitoral e, quando não consta ou está desatualizada — especialmente em registros antigos, como os de 2015 — é realizada nova coleta no atendimento, incluindo digitais, foto e assinatura. “No atendimento, a situação é verificada diretamente no cadastro eleitoral. Caso o eleitor não possua biometria, o procedimento é realizado na hora. Há, no entanto, um detalhe importante: muitos eleitores passaram por revisão biométrica em 2015, ou seja, há mais de 10 anos. Em alguns casos, os dados — especialmente a fotografia — já estão desatualizados. Nessas situações, mesmo com biometria registrada, é feita uma nova coleta. Durante o atendimento, são novamente coletadas a assinatura, a fotografia e as digitais do eleitor”, explica Lucia Midori.





