Diferente do passado, desta vez ninguém saiu pagando no grito.
A atual gestão até poderia querer resolver rápido, mas não podia.
Lei é lei. Projeto teve que passar pela CCJ, pela CTA, ir à sessão extra e só depois seguir para sanção. Trabalhar também é respeitar o caminho legal, coisa que nem sempre combinava com discursos antigos.
O atalho virou processo
No passado, bastava um decreto e a frase mágica:
“estamos trabalhando”.
Agora, o trabalho de verdade exigiu:
✔ parecer jurídico
✔ análise constitucional
✔ comissão técnica
✔ voto
✔ sessão extraordinária
O atalho de ontem virou o processo judicial de hoje. E quem pagou a conta foi quem realmente trabalha.
Quando falar era mais fácil que cumprir
Curioso como a frase “estamos trabalhando” servia para encerrar entrevista, debate e cobrança.
Só não serviu para pagar o que foi prometido.
O trabalho ficou para depois.
O problema, para a próxima gestão.
E a Justiça, para os servidores.
Lição prática de administração pública
Coube ao prefeito Mario César Costenaro fazer o que não rende slogan:
esperar comissão, respeitar rito e submeter-se ao Legislativo.
E coube ao relator Professor Oséias, ironicamente o mesmo que antes “interpretava errado”, dar parecer técnico correto — e favorável.
No fim, quem falava menos fez mais.
Quem dizia “estamos trabalhando” deixou o serviço inacabado.
E agora, oficialmente, o trabalho atrasado virou lei.
Obra pronta, palanque montado

Está agendada para o dia 22, às 10h, a vinda do governador Ratinho Junior a Toledo para inaugurar a duplicação da Avenida Egydio Gerônimo Munaretto — trecho urbano da PR-317.
Depois de três anos de obras, será entregue a duplicação de 3,29 quilômetros, ligando o viaduto da BR-163 ao trevo da Rua Primeiro de Maio, onde a pista já era duplicada.
Custo estimado: R$ 84 milhões.
A intervenção melhora o fluxo, facilita o acesso às vias municipais e resolve um gargalo histórico — mérito técnico indiscutível. No roteiro político, porém, vale a regra de sempre: obra concluída vira agenda cheia.
Depois de três anos de poeira, transtornos e desvios, o asfalto chega… e com ele, a fita, o horário marcado e as fotos oficiais.
Nada fora do script: infraestrutura se inaugura quando fica pronta; capital político, quando dá para colher.
Guto Silva: Acelerador no máximo

O secretário Guto Silva segue em ritmo acelerado na sua pré-campanha ao governo do Paraná. Nada fora do script para quem hoje comanda a Secretaria das Cidades do Paraná — uma das pastas mais estratégicas do Estado, com obras, convênios e investimentos espalhados em praticamente todos os municípios.
Cargo técnico, agenda política
Entre uma agenda técnica e outra, Guto tem sabido explorar bem o calendário. Vistorias, anúncios e reuniões institucionais ocupam o dia. À noite, o cenário muda: litoral cheio, grandes shows, família e amigos por perto. Política raiz com tempero de verão — porque ninguém é de ferro e visibilidade também conta.
Litoral como palco
A maior concentração de movimentos aconteceu no litoral paranaense. Obras em andamento e novos projetos foram apresentados como vitrine de gestão e promessa de futuro. Nada é aleatório: o litoral virou passarela política, onde cada capacete colocado é também um aceno ao eleitor.
A ponte que liga obra e projeto
O principal símbolo dessa agenda é a Ponte de Guaratuba. Com mais de R$ 2 bilhões em investimentos concentrados no litoral, a obra já ultrapassa 85% de execução e passou a ser tratada como uma das maiores intervenções de mobilidade da história da região. No discurso oficial, é infraestrutura. Na leitura política, é vitrine. Uma ponte que não liga apenas margens, mas conecta concreto, narrativa e um projeto claro de poder.
Registro feito em Matinhos, durante o show da banda Roupa Nova, no Verão Maior Paraná 2026 — política, bastidores e lazer dividindo o mesmo palco.

Atrás: Ana Paula (chefe de gabinete de Guto Silva); Laura Alves.
Registro para a posteridade — e para os números

O professor e economista Neuroci Frizzo, hoje assessor especial de governo em Toledo, ladeado pelo também professor e vice-diretor do CRC-PR, Jefferson Martins, e pelo experiente contador Alceu DalBosco.
O encontro na Gazeta de Toledo teve como tônica os números — da economia, da gestão pública e, claro, da soma das idades. Essa, eles preferiram apenas fingir que não fizeram.
Reconhecimento que gera valor

Em um cenário onde imagem, narrativa e credibilidade movem mercados, o sistema cooperativo acerta ao valorizar quem entrega comunicação com profissionalismo e compromisso. A Lhama Filmes, de Toledo, é homenageada pela segunda vez pelo cooperativismo — reconhecimento que não se repete por acaso.
À frente da produtora estão Marcus Henrique de Lima, diretor, cineasta e publicitário e Gabriel Lessa , diretor de fotografia, mas o mérito se estende a toda a equipe, responsável por transformar valores cooperativistas em conteúdo sério, eficiente e estratégico.
A homenagem foi entregue pela Primato Toledo, integrante do sistema OCB. Um gesto simples, porém, simbólico: no agro e na política, quem trabalha com ética, qualidade e resultado fortalece a economia, a imagem institucional e o próprio cooperativismo.





