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Esporte no combate à depressão: 13% dos idosos enfrentam a doença

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Foto: assessoria

Toda segunda e quarta-feira, às 14h, Cecília Bourschiet, 66 anos, dedica um tempo ao autocuidado. Após o almoço, ela veste sua roupa esportiva e calça o tênis — é hora de treino no Centro de Treinamento para Idosos (CTI) de Toledo. Após o luto pela perda do filho, em 2021, ela encontrou no esporte um aliado para superar a dor e recomeçar sua vida.

“No começo, não foi fácil. Tive acompanhamento médico e depois, meu esposo e eu decidimos participar do CTI. Meu filho sempre foi muito ativo, ele era professor de artes marciais”, relembra. O primeiro contato dela com o esporte aconteceu durante os Jogos dos Idosos, em Pontal do Paraná, onde teve a oportunidade de conhecer 72 modalidades, o que despertou a paixão pelo vôlei gigante. “Hoje, me sinto bem, fiz novas amizades e estamos dispostos a seguir em frente”, compartilha Cecília Bourschiet.

Uma pesquisa feita pelo IBGE aponta que cerca de 13% da população entre 60 e 64 anos no país é o grupo mais atingido pela depressão. A professora de educação física Márcia Franciele Spies ressalta que o esporte tem sido uma ferramenta de ressignificação, acolhimento e reconstrução pessoal. “O esporte promove a liberação de endorfinas e serotonina, neurotransmissores que auxiliam na regulação do humor, proporcionando sensações de bem-estar e alívio do estresse. Esse efeito químico natural pode ajudar a pessoa a lidar com a dor emocional, oferecendo momentos de leveza e distração em meio ao sofrimento”.

O esporte, além de fortalecer as conexões sociais contribui na recuperação de quem enfrenta momentos difíceis. “Embora não substitua o acompanhamento psicológico ou médico em casos de luto ou depressão, ele é um recurso que complementa o processo de recuperação, ajudando as pessoas a reencontrarem uma nova motivação”, explica a treinadora.

Nesse contexto, a farmacêutica Prati-Donaduzzi tem apoiado projetos esportivos e culturais que promovem a saúde física e mental. “Investir em ações que envolvem essas áreas é uma forma eficaz de oferecer às pessoas alternativas para o cuidado com a mente e o corpo. A prática regular de atividades físicas e a participação em projetos culturais têm efeito comprovado na redução da ansiedade e da depressão, bem como promover a sensação de pertencimento e autoestima”, destaca Lucas Angnes, gerente de Marketing da Prati-Donaduzzi.

Fonte: Prati-Donaduzzi

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