O governador Carlos Massa Ratinho Junior decidiu antecipar o planejamento e determinou que o premiado projeto Internet sem Bullying, criado pela Copel Telecom, seja implantado em todas as 2.143 escolas estaduais em um prazo de até dois anos. O projeto ganhou destaque nesta terça-feira (16) durante o Fórum das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que acontece em Nova York.
A companhia foi convidada pela Organização das Nações Unidas (ONU) para apresentar detalhes do projeto, que em maio venceu o Prêmio ODS da Rede Brasil do Pacto Global. Logo após a apresentação, o governador anunciou sua determinação de apressar a implementação do projeto nas escolas. “O projeto impactará positivamente no ambiente escolar, na qualidade de vida dos estudantes e também de suas famílias. É preciso conscientizar os jovens sobre o uso saudável dos meios digitais”, afirma o governador.
Wendell Oliveira, diretor da Copel Telecom, disse que o planejamento de levar o Internet sem Bullying para as escolas do Paraná era longo. “Em conversa com o governador e também com o secretário de Educação decidimos levar esse programa para as escolas do Paraná em 2 anos”, explicou.
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A ideia, de acordo com o diretor, é que com a iniciativa o Estado possa colaborar para minimizar a prática, caracterizada por atos violentos, intencionais e repetidos, que podem causar danos físicos e psicológicos às vítimas, dentro das escolas públicas do Paraná. “Os jovens, hoje, estão cada vez mais na internet e o bullying é cada vez mais comum. Muitos não têm orientação adequada e não sabem como lidar com isso. Por isso é de suma importância que um projeto como esse chegue o mais rápido possível a todos aos jovens paranaenses”, afirmou Oliveira.
“O projeto de promover a conscientização e o combate ao cyberbullying no ambiente escolar atende a uma necessidade do período que estamos vivendo, em que muito das interações sociais e trocas de informações acontecem na internet”, afirma o secretário da Educação, Renato Feder. “O governo e a Secretaria de Educação estão atentos a isso, queremos que a escola seja um ambiente saudável e que ajude os estudantes a entender o que é o cyberbullying”.
PRÊMIO – O programa, criado pela Copel Telecom em parceria com a Abrace Programas Preventivos, recebeu o troféu de melhor prática sustentável na categoria grandes empresas, eixo Paz. Dentre os 800 projetos inscritos, 36 foram classificados e 13 premiados.
O objetivo da premiação é impulsionar o avanço da agenda global de sustentabilidade no País e incentivar empresas e sociedade organizada a divulgar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) na sua cadeia de valor. Os critérios para a escolha dos cases foram criados pela consultoria PwC, que também auditou todo o processo. As empresas que atingiram pontuação mínima definida pelos critérios estabelecidos pela PwC entrarão no Banco de Boas Práticas da Rede Brasil do Pacto Global.
PROJETO – Em 2017 o Comitê de Sustentabilidade da Copel Telecom abraçou o projeto Internet Sem Bullying, diante do desafio de criar uma identidade específica para subsidiária, alinhada ao negócio, seguindo o fundamento Desenvolvimento Sustentável do MEG e atendendo aos compromissos voluntários com o Pacto Global e os ODS.
A iniciativa somou-se às práticas de reciclagem de fibras ópticas, baterias e ao Carbono Zero, traduzindo a sustentabilidade em ações no âmbito da Copel Telecom.
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Por meio de palestras em escolas estaduais, já conectadas pela internet da Copel Telecom, as equipes de voluntários oriundos de todas as subsidiárias e parceiros estratégicos de negócio, impactaram mais de 700 alunos da rede pública com o tema do cyberbullying.
“O projeto teve seu marco inicial numa época em que ocorreram alguns episódios graves em escolas e que tiveram sua origem em práticas de bullying e cyberbullying, que é o bullying digital”, explicou a analista Juliana Prosdossimo, coordenadora do Comitê de Sustentabilidade da Copel Telecom. “A receptividade nas escolas foi muito boa. Os alunos perceberam a importância da iniciativa para um ambiente digital inclusivo e pacífico. Tanto professores quanto alunos, buscavam respostas e soluções para este problema.”
Após as palestras, os alunos assinavam um painel se comprometendo a não praticar o bullying e relatar casos que tenham ou venham a ter conhecimento. Os adolescentes ganhavam um fone de ouvido para “não dar ouvidos ao bullying”.
“O intuito era mostrar que, além de levar a melhor conexão de internet para as escolas, a rede da Copel Telecom também pode se transformar numa plataforma de paz, de respeito às diferenças e de combate ao mau uso da internet”, complementou Ronnie Oyama, responsável pelo projeto.
Fonte: Agência de Notícias do Paraná
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