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Entre discurso e prática, Radunz escolhe valorizar quem entrega resultado

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Em tempos de memes vazios, há trajetórias que falam por si. O empresário e produtor rural Adelar José Holsbach, popular “Pelanca” é um desses casos. À frente da Ótica Cristal, que completa 45 anos de história e relação fiel com seus clientes em Toledo, consolidou não apenas uma marca comercial, mas um nome com peso e visão no meio empresarial e, cada vez mais, também nos ambientes produtivos e político.

45 anos não se constroem por acaso

Fundada em 1981, a Ótica Cristal atravessou governos, crises econômicas e mudanças de mercado — e permaneceu de pé. Não por sorte, mas por gestão. Sob a condução de Adelar, a empresa virou referência no setor óptico, com credibilidade construída no atendimento, na qualidade de seus produtos e na constância. Num cenário onde muitos abrem e poucos permanecem, durar 45 anos é, por si só, um feito que ultrapassa o comércio e entra no campo da influência, do exemplo e da competência.

Empresário que entende de base

Mais do que empresário urbano, Adelar também carrega a força do agro — um ativo importante nessa nossa região onde o campo dita boa parte da economia do Paraná e do mundo. Essa dupla identidade, entre cidade e interior, dá a ele algo que muitos políticos buscam: conexão real com diferentes públicos.

Josiane, presença que soma

Ao lado dele, “Josi”, hora a gerente, hora a esposa, hora a amiga, hora parceira que aparece como figura empática e estratégica nesses sucessos. Sua presença é constante e agrega na construção de relações e reforça a imagem de estabilidade — algo que, na política local e no comércio ainda tem peso mais que relevante.

Moção que vai além do protocolo

A Moção de Aplausos pelos 45 anos da Ótica Cristal não é apenas um reconhecimento institucional. É também um sinal claro de que o nome de Adelar Holsbach e Josi, deixaram de ser apenas empresarial para ocupar espaço de respeito em todos os meios. Quando a Câmara aplaude, não é só a empresa — é a trajetória __é a equipe sempre fiel que trabalham com eles a mais de 38 anos.

Reconhecimento com assinatura política

A homenagem também carrega a digital de quem a propôs. O vereador, gerente comercial e escritor Bruno Radunz acerta ao levar à tribuna um nome que representa trabalho, constância e geração de valor local. Em tempos de discursos fáceis, valorizar quem constrói de fato é também uma escolha política — e das corretas.

Do comércio à política — um caminho natural

Histórias como a de Adelar mostram um movimento cada vez mais comum: empresários que constroem credibilidade no setor privado e passam a ser observados como alternativas no cenário público. A prova disso foi a sua eleição para vereador, presidente da Câmara e vice-prefeito, imagem positiva e inserção comunitária, ele reúne atributos que, em ano pré-eleitoral, dificilmente passam despercebidos por quem quer ir pelo mesmo caminho.

Silencioso, mas observado

Sem alarde, sem exposição exagerada, Adelar vai ocupando espaço. E, na política, muitas vezes quem fala menos é quem mais avança. A pergunta que começa a circular nos bastidores é direta: até onde ele pretende ir? Vai ficar quietinho com seus frangos, cabritos, peixes, soja, milho e lentes? Vamos aguardar!

Movimento estratégico fortalece o agro: C.Vale incorpora unidades da I. Riedi no Oeste do Paraná

Complexo Agroindustrial C.Vale. Foto: Divulgação

O agronegócio paranaense ganha um novo capítulo de consolidação e expansão com a incorporação das unidades de Guaíra e Maracajú dos Gaúchos (PR) pela C.Vale, anteriormente pertencentes à I. Riedi. A operação, oficializada em 22 de abril de 2026, representa um movimento estratégico com reflexos diretos na dinâmica produtiva do Oeste do Paraná e impacto potencial em todo o agronegócio brasileiro.

Mais do que uma simples transação empresarial, o acordo evidencia uma tendência crescente no setor: a busca por escala, eficiência e integração operacional diante de um mercado cada vez mais competitivo e exigente.

Consolidação e eficiência no campo

A incorporação das unidades amplia a presença da C.Vale em uma região estratégica, reforçando sua capacidade de atendimento a produtores rurais e cooperados. O movimento também permite ganhos logísticos, otimização de estruturas e maior competitividade na originação e comercialização de grãos.

Para a I. Riedi, a negociação representa um reposicionamento estratégico, alinhado à reestruturação de suas operações e foco em novas oportunidades dentro do setor.

Tendência que se repete no agro brasileiro

O avanço da C.Vale sobre novas unidades não é um caso isolado. O agronegócio brasileiro tem assistido a um processo contínuo de consolidação, no qual cooperativas e grandes grupos ampliam sua atuação para ganhar escala e reduzir custos operacionais.

Esse tipo de movimento fortalece cadeias produtivas, melhora o acesso à tecnologia e amplia a capacidade de resposta às oscilações de mercado — fatores essenciais em um cenário marcado por volatilidade de preços, desafios climáticos e pressão por sustentabilidade.

Integração e visão de futuro

Tanto a C.Vale quanto a I. Riedi destacam que a operação está fundamentada em valores comuns, como inovação, desenvolvimento sustentável e compromisso com o produtor rural.

A expectativa é que a integração das unidades traga ganhos não apenas operacionais, mas também qualitativos, com melhoria nos serviços oferecidos e maior suporte técnico ao campo.

Impacto regional e nacional

No Oeste do Paraná — uma das regiões mais produtivas do país — o movimento reforça a importância das cooperativas como pilares do desenvolvimento econômico. Ao mesmo tempo, sinaliza ao mercado nacional que o setor segue em transformação, com empresas buscando se adaptar a uma nova realidade de escala, tecnologia e governança.

Um agro mais forte e competitivo

A incorporação das unidades da I. Riedi pela C.Vale reforça um caminho já em curso: o de um agronegócio cada vez mais integrado, profissionalizado e orientado por eficiência.

Em um país onde o agro responde por parcela significativa da economia, movimentos como esse não apenas redesenham o mapa produtivo regional, mas também consolidam o Brasil como protagonista global na produção de alimentos. Contribuindo para um agronegócio cada vez mais forte, eficiente e sustentável.

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Edição nº2822 – 22/04/2026

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