Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Fonte de dados meteorológicos: Wettervorschau 30 tage
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Em Brasília, coordenador da Frente Parlamentar pede a suspensão do pedágio no Paraná ao governo de transição

h

Facebook
WhatsApp
LinkedIn

Deputado Arilson Chiorato apresentou a documentação produzida nas 20 audiências públicas promovidas pelos deputados em todo o estado e estudos técnicos

Um novo modelo de pedágio ao Paraná. Essa foi a pauta de duas reuniões articuladas pelo deputado Arilson Chiorato (PT), coordenador da Frente Parlamentar sobre o Pedágio da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), nesta quinta-feira (17). Em Brasília, o parlamentar se reuniu no início da tarde com a equipe do governo Lula, liderada pelo vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), e Gleisi Hoffmann (PT), com quem também discutiu o assunto. De manhã, a reunião foi na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

No Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), o coordenador da Frente Parlamentar sobre o Pedágio e o professor Luiz Antônio Fayet, um dos coordenadores do estudo sobre o pedágio feito pelo Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura (ITTI) da Universidade Federal do Paraná (UFPR), foram recebidos por Maurício Muniz, que integra o Grupo de Infraestrutura do governo de transição, ex-secretário do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e ex-ministro da Secretaria Nacional dos Portos.

“Foi um encontro muito produtivo. Com certeza, o pedágio no Paraná será rediscutido e um novo modelo, mais justo, deverá ser debatido com toda a sociedade. Nossa proposta é de um pedágio de manutenção nas praças já instaladas e com serviço de qualidade nas rodovias”, avalia o deputado Arilson.

O parlamentar frisa que, além do pedido de suspensão da proposta de concessão, foi entregue o estudo técnico feito pelo ITTI, da UTFPR, em que pesquisadores comprovaram falhas graves no processo de concessão do pedágio, como duplicidade de obras, falta de projetos estruturais e tarifas mais caras que as atuais em pouco tempo, o que comprometeria a competitividade econômica.

“Também entregamos toda a documentação elaborada pela Frente Parlamentar sobre o pedágio colhida durante as 20 audiências realizadas por diferentes regiões paranaenses. Estou confiante que todas essas observações técnicas serão, enfim, avaliadas com o respeito que merecem”, acredita o deputado Arilson.

“Nenhum paranaense quer pagar de novo um pedágio com tarifa abusiva”, ponderou o primeiro secretário da Assembleia, deputado Luiz Claudio Romanelli (PSD). “Nosso objetivo é propor uma revisão na modelagem da concessão, principalmente em relação à formação dos preços do pedágio. Na parte de engenharia, a ideia é fazer alguns ajustes em relação a obras que cortam os nossos municípios”, explicou, “Este debate tem que ser feito de forma republicana”, acrescentou.

Agenda

No período da manhã, na ANTT, a reunião foi com a coordenadora de Demandas Federativas, Camila Martinez, e Sérgio Carvalho. “Reforçamos, com base no relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) e nas 20 audiências públicas que a Frente Parlamentar do Pedágio realizou por todo o Paraná, a necessidade de suspender a licitação de concessão das rodovias no Paraná, pois não atende aos anseios da população paranaense, além de ser prejudicial ao nosso estado”, ressalta.

Na semana passada, a Frente Parlamentar sobre o Pedágio protocolou o pedido de suspensão de licitação para os lotes I e II, autorizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A atual proposta de pedágio prevê mais 15 praças, 35 anos de contrato e tarifas mais caras após o fim das obras.

Reunião na ANTT. Foto: Gabriel Santos

Fonte: Assessoria de Comunicação da Alep

Veja também

Publicações Legais

Edição nº2806 – 28/01/2026

Cotações em tempo real