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Eficiência operacional é destaque no balanço financeiro da Copel

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A eficiência operacional da Copel é um dos principais destaques do balanço financeiro do segundo trimestre da companhia. O foco em uma gestão rígida de custos, na melhoria dos processos e no incentivo à inovação transpareceu em indicadores positivos nos primeiros seis meses de 2019. Os resultados financeiros da empresa foram divulgados ao mercado nesta quarta (14).

A Copel registrou um EBITDA ajustado de R$ 1 bilhão no segundo trimestre de 2019, valor 30% maior na comparação com o mesmo período do ano passado. Esse índice representa a geração de caixa da companhia, ou seja, o quanto gerou de recursos apenas em suas atividades operacionais. Na prática, o EBITDA é um dos principais indicadores financeiros empresariais reconhecidos pelo mercado e também consta das metas impostas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que regula o setor.

“A Copel está crescendo ao mesmo tempo em que está reduzindo seus custos e ganhando eficiência operacional. Isto nos dá força para realizar novos investimentos, além de garantir segurança aos nossos investidores”, afirmou o presidente da Copel, Daniel Pimentel Slaviero.

Entre os principais fatores para o bom desempenho está o aumento de 2,3% no volume total de energia vendida aos consumidores finais, sendo o mercado livre industrial um dos principais responsáveis. Além disso, contribuem decisivamente o faturamento com contratos de venda de energia das novas usinas da Copel – Baixo Iguaçu, Colíder e Cutia –, o crescimento de 1,4% no mercado fio da Copel (clientes que pagam pelo uso da rede da distribuidora de energia), redução nos custos de energia em função de menor registro de risco hidrológico, entre outros.

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DISTRIBUIDORA – O EBITDA acumulado da distribuidora nos últimos 12 meses foi de R$ 1,05 bilhão, ficando aproximadamente 1,3% abaixo do EBITDA regulatório exigido pela Aneel para o mesmo período (R$ 1,07 bilhão). Esse resultado demonstra que os esforços realizados para reduzir a diferença entre o EBITDA regulatório e o realizado têm surtido efeito. A diferença caiu de 40,2% em junho de 2018 para 1,3% em junho de 2019.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

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