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Economia Rural: Pesquisa realizada em Toledo recebe menção honrosa no Congresso da Sober

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A tese de doutorado ‘Alocação e tempo em trabalho rural não agrícola de residentes rurais no Brasil: uma análise por macrorregiões’, escrita por Patrícia Estanislau, orientada pelo professor Jefferson Andronio Ramundo Staduto e produzida no Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional e Agronegócio do campus de Toledo da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), recebeu menção honrosa no 5º Prêmio Edson Potsch Magalhães de Melhor Tese de Doutorado em Economia Rural. A cerimônia de entrega do prêmio aconteceu durante o 60º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (SOBER).

A pesquisadora afirma que foi estimulante receber o reconhecimento de sua pesquisa em um congresso e que foi mais gratificante ao saber que a apreciação veio da Sober. “Sempre me senti à vontade para falar sobre o rural. Morei na zona rural toda minha infância e poder estudar os trabalhadores que moram na zona rural e trabalham em outras atividades que não pertencem ao setor agrícola é bem contemporâneo”, explica Estanislau sobre a escolha do tema pesquisado.

A pesquisadora ainda ressalta a orientação recebida pelo professor Staduto durante o processo de doutorado. “Ele é muito generoso ao ensinar o caminho para que a pesquisa seja realizada de maneira frutífera”, elogia ela.

A pesquisa trata do tempo que moradores de comunidades rurais destinam a atividades remuneradas que não estão ligadas à produção agrícola. Ao longo do trabalho a autora analisa os fatores que levam os residentes de áreas rurais a recorrerem a outras fontes de renda além do trabalho no campo.

De acordo com o trabalho, no primeiro estágio do modelo Double Hurdle aplicado às mulheres, observou-se que as trabalhadoras que tendem a aderir a atividades não agrícolas das regiões Norte e Nordeste são pessoas sem renda; nas regiões Centro-Oeste e Norte possuem mais experiência; no Nordeste e Sudeste possuem maior escolaridade; no Nordeste, são casadas; nas regiões Nordeste, Sudeste e Sul, são chefes de família. O modelo também aponta que ser filiada a sindicatos (Nordeste), ter acesso a energia elétrica (Sul) e residir em áreas próximas a perímetros urbanos ou em aglomerados rurais contribui para a adesão a atividades não agrícolas. No segundo estágio do modelo aplicado às mulheres, estimou-se que possuir carro leva a maior destinação de horas a trabalhos não agrícolas.

No primeiro estágio aplicado aos homens, o salário/hora é um dos fatores determinantes para a adesão ao trabalho não agrícola, assim como ser branco (Nordeste); idade (Norte e Nordeste); ter acesso à internet (Centro-Oeste e Nordeste); e residir próximo a zonas de perímetro urbano influencia a escolha por atividades não agrícolas. No segundo estágio, levantou-se que possuir carro (com exceção do Nordeste) e residir em áreas próximas a perímetros urbanos leva os homens a dedicarem mais horas a atividades não agrícolas. Outro fator é estar empregado na indústria e no comércio (exceto na região Sul).

Fonte: Assessoria de Comunicação da Unioeste

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