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Destino, DNA e obra pública

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Foto: LF GUTO

Há discursos protocolares e há aqueles que dizem mais do que aparentam. Durante o ato inaugural de PR 317, quando o prefeito Mario Costenaro falou em destino, DNA e ligação familiar, não era poesia solta. Era política com raiz. O avô do governador ajudou a erguer a igreja onde Mario foi batizado; décadas depois, o neto governa o Paraná e inaugura obras estruturantes em Toledo. O simbolismo é forte, mas o recado é ainda mais claro: quem tem DNA de construção, governa fazendo.

Governador que planeja… e faz

Não passou despercebido o recado direto: mais do que planejar, Ratinho Junior faz planejar. Exige método, cobra execução e entrega resultado. O primeiro ano de governo já mostrou isso, e Toledo virou vitrine. Não se trata de afinidade pessoal, mas de alinhamento administrativo — aquele que transforma discurso em obra e promessa em canteiro.

R$ 47 milhões que atravessam o rio — e a cidade

A futura Ponte Estaiada da Coroa do Norte não é só concreto e aço. É integração urbana, mobilidade e visão de futuro. Com R$ 47 milhões garantidos, Toledo entra no seleto grupo das cidades paranaenses com ponte estaiada. Obra que conecta regiões, reduz gargalos e ainda deixa marca arquitetônica. Política pública quando é bem feita, aparece — e atravessa.

Pacote robusto, impacto direto

Somados, os anúncios passam longe de serem simbólicos: mais R$ 94 milhões em pavimentações urbanas e estrada vicinal, R$ 85 milhões próximos ao Biopark, além dos R$ 51,1 milhões já aplicados na duplicação da PR-317. É dinheiro que melhora logística, valoriza bairros, reduz acidentes e impacta a vida real de quem usa a cidade todos os dias.

Quando Estado e Município falam a mesma língua

Fotos – LF-guto

O saldo político é evidente: Toledo ganha quando Estado e Prefeitura caminham na mesma direção. O governador reconhece a força econômica da cidade; o prefeito traduz investimento em qualidade de serviço. Planejamento, cooperação e ação. No fim das contas, quem ganha não é o palanque — é a população.

Ciscopar – vandalismo travestido de rebeldia

Antes, as denúncias que chegavam a este colunista miravam gestores — por incompetência ou pelo velho jogo político-administrativo. A nova gestão tratou de mudar o enredo: cortou vícios, melhorou relações e passou a valorizar quem trabalha.

O problema, agora, vem de baixo. Alguns “colaboradores(as)” resolveram trocar o crachá pelo vandalismo. Banheiros depredados, válvulas quebradas, caixas d’água danificadas, rolos de papel jogados no vaso e, no último ato, até saco de lixo do banheiro foi parar dentro do vaso com descarga acionada.

A diferença é que, desta vez, não há dúvida nem desculpa. A gestão já sabe quem são os autores(as), as imagens do banheiro (feminino) estão em análise e a resposta virá em forma de justa causa — e cobrança dos danos. Patrimônio público não é trincheira de birra. Quem destrói, paga.

Quando o tempo resolve ajudar

Alguns atos públicos não servem apenas para inaugurar obras; servem para marcar ciclos. A entrega da duplicação da PR-317, que agora leva o nome de Ernestão Rayzel Ramos, foi um desses momentos em que o tempo, a política e a cidade caminharam juntos.

Janeiro de 2025 abriu um período de alinhamento silencioso e com muita barreira legislativa. Pouco discurso, muito planejamento. Em 2026, o que era projeto começa a jorrar em forma de obra, investimento e valorização urbana. O discurso do prefeito MarioCostenaro, ao falar de destino, DNA e gerações, traduziu bem esse espírito: quem carrega herança de fazer, governa construindo.

A resposta do governador Ratinho Junior veio em números, convênios e cronogramas. Duplicação entregue, ponte estaiada anunciada, pavimentações urbanas e estrada vicinal garantindo mobilidade, logística e competitividade. Política pública que sai do papel e alcança a vida real.

Toledo cresce porque produz, mas se fortalece porque planeja. Se 2025 foi o ano da semente, 2026 começa como tempo de colheita. E a capital do agro mostra que, quando há gestão alinhada, o futuro deixa de ser promessa e passa a ser obra.

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Edição nº2808 – 13/02/2026

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