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Cultura que planeja, cultura que entrega

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A 14ª Virada Cultural que não nasceu do acaso, nessa edição em que a nova gestão de Toledo inovou em ouvir — artistas, produtores, coletivos e a comunidade, está de volta. A Secretaria da Cultura e sua direção transformaram demanda em ação concreta, e o resultado aparecerá nos próximos três dias de programação intensa e plural.

Quando a visão do gestor faz diferença
A condução da Secretaria mostra que planejamento cultural não se faz em gabinete, e sim com proximidade. A equipe acertou ao construir a Virada a partir de sugestões e diagnósticos colhidos antes de contratar qualquer atração. Isso gerou uma edição alinhada com a identidade cultural de Toledo.

Uma virada maior, porque ouviu mais
O evento chega a 2025 com mais de 40 atrações, em quatro espaços, oferecendo música, teatro, batalhas de rima e atividades para todas as idades. Tudo gratuito, reforçando o compromisso com acesso democrático e fortalecimento da economia criativa local.

A força da “Viradinha”
A inclusão de uma programação exclusiva para as crianças — contação de histórias, brincadeiras, noite do pijama e cinema — mostra maturidade na política cultural. Cultura também se forma na infância, e a Secretaria entendeu isso ao ampliar horizontes para os pequenos.

Organização que merece registro
Da logística dos palcos ao cuidado com a segurança e saúde (como o Aquário Municipal atuando como posto médico), a Virada Cultural prova que eventos públicos podem ser grandes, bem planejados e eficientes quando há comando e direção técnica comprometida.

Toledo, polo cultural de fato
Ao incluir atrações nacionais como Pato Fu e Sambô, sem perder o foco nos talentos da casa, a Virada consolida Toledo no circuito regional da cultura. Uma política que não apenas celebra artistas, mas projeta a cidade.

Política cultural que deixa marca
Em tempos de cortes e incertezas, Toledo dá exemplo: cultura é investimento — e quando quem comanda tem visão, diálogo e método, o retorno aparece rápido e de forma palpável.

PDT aquece os motores em Toledo

O PDT de Toledo entrou oficialmente no clima pré-eleitoral. Sob o comando do empresário e diretor de Obras do Município, Sergio Galina que também preside a sigla no município, o partido mobiliza seus filiados para uma confraternização que, na prática, servirá como ponto de alinhamento político para as eleições que se aproximam.

O encontro

Acontece neste sábado (06), às 11h, na sede da Associação Toledana de Imprensa (ATI), com almoço incluso. O movimento mostra que o PDT local não pretende esperar 2026 chegar para ajustar estratégias: segue a cartilha municipalista e trabalha desde já para fortalecer a base, organizar o discurso e colocar o partido em posição competitiva no tabuleiro eleitoral de Toledo. A confraternização promete mais que celebração: deve consolidar orientações, renovar compromissos e calibrar a tropa pedetista para a disputa que se avizinha.

Ratinho dá início a mais pavimentação

O governador Carlos Massa Ratinho Junior voltou à região para reforçar uma de suas marcas mais repetidas nos últimos anos: a do “Paraná que não para”. Nesta quinta-feira, 4 de dezembro, ele reakizou, às 10h, no distrito de Palmitópolis, da cerimônia que marca o início das obras de pavimentação da PR-574, tanto no trecho que liga Palmitópolis a Cafelândia quanto no acesso a Joataesse-Tupassi,  um pacote de R$ 95,6 milhões que finalmente tira do papel um corredor viário esperado há décadas.

Infraestrutura básica e necessária

A movimentação do governo em torno da malha viária não é apenas obra: é gesto político claro. Ratinho segue consolidando presença no interior, especialmente em municípios que historicamente aguardavam infraestrutura básica. Em Palmitópolis e Nova Aurora, a leitura é simples: cada metro de asfalto entregue vale mais que discurso — e rende capital político real para quem o executa.

O que importa é chegar a Toledo

Os vereador Oseias e Odir Zoia, estão em Brasília e, em rápida articulação com o deputado federal Sargento Fahur — que já destinou quase R$ 3 milhões em emendas para Toledo — garantiu a liberação de mais R$ 600 mil para a saúde do município.

E aqui vale reforçar um ponto fundamental da boa política municipalista: não importa de onde vem a grana — importa que venha, que chegue e que seja aplicada onde o povo sente na pele a necessidade.

Toledo vive um momento em que cada recurso faz diferença, e quando vereadores e deputados conseguem destravar verbas, o resultado aparece direto na vida da população.

Fahur segue sendo um dos parlamentares que enviam recursos para a cidade, e o vereador professor Oseias cumpre o papel de cobrar, articular e buscar novas portas para abrir.

No fim do dia, o contribuinte não quer saber da cor do partido, nem da foto na faixa de entrega: quer serviço funcionando. E, nesse caso, mais uma boa notícia chegou — e chegou para Toledo.

Marlene Silva / Servidores Públicos

A força dos servidores públicos como pilar da gestão transparente

A presença de Marlene Silva, secretária-geral do SerToledo, reafirma o papel estratégico das entidades representativas no equilíbrio entre gestão pública e funcionalismo. Em um ano marcado por compromissos assumidos e ainda não cumpridos, a cobrança da categoria deixa evidente que não existe administração eficiente sem diálogo, valorização e clareza nas ações.
Os servidores são a base que movimenta a máquina pública, e suas demandas — quando organizadas — expõem a necessidade de mais transparência, previsibilidade e respeito aos acordos firmados. Marlene chega para apresentar conquistas, mas principalmente para lembrar que a força da classe está na capacidade de mobilização e de exigir que a gestão cumpra o que promete.

Jairo Marcos Zschonark / Conselho Municipal de Saúde

Conselho Municipal: a importância do controle social na saúde pública Jairo Marcos Zschonark, presidente do Conselho Municipal de Saúde, traz para o debate um tema crucial: a representatividade das forças sociais no acompanhamento das contas e dos investimentos do setor. Em um momento em que a sociedade cobra transparência absoluta na aplicação dos recursos públicos, o papel do Conselho se reafirma como instrumento técnico e indispensável de fiscalização.
A análise de Jairo sobre o andamento das contas, a efetividade dos investimentos e a atuação dos conselheiros mostra que a saúde pública não depende apenas de orçamento, mas de governança, participação social e rigor no controle. Onde o Conselho atua com firmeza, a transparência cresce — e a população ganha.

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Edição nº2811 – 02/03/2026

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