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Cultivo de peixes em “tanques redes”. Toledo sempre foi destaque.

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O que se pode ler em um edital de “convenção partidária”?

Como você analisa um Edital de chamamento publicado pelos partidos políticos?   Como um simples documento e mera formalidade eleitoral? Pois é, em suas “linhas” estão lá às informações básicas e as “entrelinhas” mostram quem foi e é estratégico. Leia mais dois editais: Do MDB de Toledo e DEM da cidade de Quatro Pontes.

Dois bicudos não se beijam

Em certa reunião, realizada lá pelas bandas do Jardim Coopagro, com presença de dois pré-candidatos e outras siglas que serão possíveis apoiadores a coisa não terminou como o esperado. Meu “urubu-sanga” disse que, novamente “piá-pançudo e o papagaio de pirata” não se engolem. Ops. Beijam-se.

Blogdodoidomg

Cultivo de peixes em “tanques redes”

Assisti nessa semana uma fala do presidente Jair Bolsonaro com o Secretário de Aquicultura e Pesca Jorge Seif Junior para a volta da criação de peixes no sistema de cativeiros no alagado da Itaipu.  Diga-se de verdade, que, Toledo sempre deu sua contribuição técnica pelos grandes profissionais já naquela época, quanto nos dias de hoje, chamados Robert Gordon Hickson – BOB e Taciano Maranhão.

Cultivo de peixes em “tanques redes”

Tive o privilégio de ter acompanhado partes desses projetos de produção de peixes em cativeiros e de ter até hoje, uma das “cartilhas” (preliminar) que mostrava as dimensões, profundidades, tipos das telas, armações, os flutuantes, poitas, quantidades e tipos de rações.  Lembrando que, cada produtor interessado tinha que se dirigir aos escritórios da Itaipu em Santa Helena, Guaira ou Foz.

Cultivo de peixes em “tanques redes” I

Tanto hoje, como na década de 80, a Itaipu-binacional começou a incentivar o cultivo de peixes, para suprir as produções agrícolas nas áreas que seriam inundadas, começando com as espécies “nativas” nessa modalidade chamada de “tanques redes” e agora, as saborosas tilápias.

Cultivo de peixes em “tanques redes” II

Os técnicos da época depois de todos os estudos incentivaram os produtores ribeirinhos atingidos a produção das espécies nativas, ou seja – a família Myleinae o conhecido “pacu”.  A adesão, mas, junto a grande decepção, pois, o frio do inverno causava a mortalidade acima de 50% dos peixes dos taques rede ou escavado, sendo substituído pela espécie tilápia após o alagamento total.

Cultivo de peixes em “tanques redes” III

Nessa nova proposta do presidente Jair Bolsonaro, através do secretário de aquicultura é de produzir 200 mil toneladas de tilápia por ano com esse novo tratado de produção bilateral Brasil Paraguai.  Serão utilizados os mais de 1,350 km de lençol de água e 176 km de extensão. Sabe-se que, as tratativas ambientais já estão conclusas para iniciar o projeto que gerará dividendos na produção aquícola.

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