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CPI do INSS ganha fôlego

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Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

O deputado federal Dilceu Sperafico (União Progressista-PR) comemorou a abertura da CPI do INSS, instalada nesta terça-feira no Congresso. Para ele, a apuração das fraudes contra aposentados é “inevitável e urgente”. Sperafico cobrou respostas rápidas: “O Parlamento não pode se omitir. É hora de punir quem lucrou com o sofrimento dos aposentados”

Sperafico cobra justiça aos aposentados

Com a oposição no comando da CPI do INSS, o deputado Dilceu Sperafico reforçou que a comissão precisa dar exemplo de credibilidade. Segundo ele, não se trata de disputa política, mas de proteger os beneficiários de cobranças indevidas. “O país está cansado de impunidade. O Congresso tem o dever de estar ao lado do povo”, disse.

Troca-troca: do silêncio ao microfone

A Secretaria de Indústria e Comércio, que deveria ser motor de negócios e vitrine de desenvolvimento, acaba de perder sua peça mais importante: Michelli Caroline Ferronato. Percebi que ela cansou de remar contra a maré e preferiu trocar de pasta.

E não foi por falta de vontade dela, mas sim por excesso de falta de visão de cima. No lugar de um ambiente dinâmico e criativo, Michelli convivia com um setor que parecia mais uma repartição de castelo medieval: fechado, sem eco e sem diálogo. A secretaria funciona como um telefone sem fio com fio cortado — onde ninguém ouve nada, nem respondia nada.

Agora, o destino fez uma ironia deliciosa: Michelli sai do silêncio constrangedor da Indústria e Comércio para assumir a direção da Comunicação Social na SECOM. Troca o mutismo institucional pela obrigação de falar, ouvir e dialogar com a sociedade.

É como se o destino dissesse: “Chega de falar com paredes, agora vá abrir janelas”. E, convenhamos, Toledo precisa disso. Produzir e vender é fundamental, mas comunicar é o que sustenta credibilidade.

Resta torcer para que, desta vez, o microfone esteja ligado — e não guardado na gaveta como acontece naquela pasta.

Ignorar regimento abre brecha para prevaricação

A crise aberta pelo afastamento de dois vereadores de Toledo revela a omissão da Câmara Municipal. O Ministério Público determinou a suspensão do mandato e dos salários, a Justiça transferiu a responsabilidade para o Legislativo e o jurídico da Casa lavou as mãos. Sobrou para a presidência e a mesa diretiva, que até agora se recusam a agir.

O artigo 56 do Código de Ética é claro: em caso de afastamento superior a 30 dias, devem ser convocados imediatamente os suplentes. O Ato nº 14 já havia comunicado oficialmente os afastamentos. Mesmo assim, a presidência insiste em alegar que espera as oitivas dos acusados — postura que contraria o regimento e pode configurar prevaricação (art. 319 do Código Penal).

O risco agora é duplo: além de desgastar a imagem do Legislativo, a inércia pode levar à abertura de sindicância para afastar a mesa diretiva. Enquanto isso, a oposição pressiona e a base governista…ainda sem mostrar competência. A Câmara tinha nas mãos a chance de mostrar firmeza institucional. Optou pela omissão.

Ciscopar:

Recebi inúmeras mensagens que criticam a gestão. Pacientes e funcionários do Ciscopar relatam falta de itens básicos como papel higiênico, papel toalha e até folhas de sulfite nos setores. As críticas apontam ainda contratações questionáveis feitas até via grupos privados de WhatsApp, sem experiência em serviço público. A pressão cresce e a população cobra transparência e respostas urgentes. Esse colunista irá buscar essas respostas para os leitores da Gazeta. Aguardem!

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Edição nº2807 – 29/01/2026

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