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Coopavel inicia o abate de peixes criados por seu primeiro integrado

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O integrado Marcelo Haruo , que alojou 200 mil em sua propriedade em Jesuítas. Foto: Assessoria

A Coopavel começou nesta semana o abate do primeiro lote de peixes provenientes de um integrado. Até então, o frigorífico vinha processando apenas tilápias adquiridas de terceiros. O alojamento de 200 mil tilápias ocorreu em 21 de janeiro de 2025, distribuídas em quatro tanques. O início do abate acontece oito meses depois, com a retirada de um tanque de 45 mil peixes, cada um com peso médio de 880 gramas.

O produtor integrado Marcelo Haruo Sato, que é de Jesuítas, é o pioneiro do projeto e comemora os primeiros resultados. “Estou feliz em participar desse novo momento da Coopavel, uma cooperativa que chega aos 55 anos com grandes contribuições para o fortalecimento do agronegócio no Oeste e no Sudoeste do Paraná. É um orgulho fazer parte dessa história e contribuir com uma iniciativa que tem muito potencial de crescimento”, afirma.

O presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, lembra que a decisão de investir no setor foi resultado de um longo processo de análise. “Durante muitos anos, estudamos a possibilidade de atuar com a piscicultura. Com o crescimento da demanda, entendemos que esse é um setor em plena expansão, do qual a Coopavel também queria participar. Hoje, a produção é destinada ao mercado brasileiro, mas, no futuro, a exemplo do que aconteceu com as proteínas de frango e suíno, vamos abrir caminho para exportar também a tilápia”.

Custos menores

O gerente do Frigorífico de Peixe da Coopavel, Paulo César Dias Alves, destaca que a importância de a cooperativa ter integrados é enorme. “A Coopavel faz o ciclo completo com fornecimento do juvenil, ração, assistência técnica e medicamentos quando necessário, e conseguimos reduzir custos. Além disso, o controle sanitário é muito melhor, porque estamos em constante acompanhamento. Fazemos visitas quinzenais, avaliações, biometrias, pesagens, verificamos a qualidade e, se houver necessidade, aplicamos os tratamentos adequados. Isso garante um peixe de maior qualidade e fortalece a relação entre a cooperativa e o produtor”.

O frigorífico atinge produção de 15 toneladas por dia. A expectativa é que, com a conclusão da automatização prevista para fevereiro de 2026, a capacidade suba para 30 toneladas diárias. Atualmente, o Fripeixe produz filé congelado e resfriado, posta e tilápia inteira, atendendo clientes no Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Goiás e Tocantins.

Produção de filé resfriado em unidade que a cooperativa comprou em dezembro de 2024. Foto: Assessoria

Relembrando

A entrada da Coopavel na piscicultura foi consolidada em dezembro de 2024, com a aquisição da Pescados Cascavel, frigorífico fundado em 2010 pela família Marmentini, em Centralito. A operação foi uma das maiores aquisições da história da cooperativa e marcou a chegada de uma nova proteína ao portfólio de carnes da marca, que ajuda a abastecer o Brasil e mais de 40 países.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Coopavel

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