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Conectividade no campo: o agronegócio pede melhorias

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Os recursos tecnológicos colocaram o mundo dos negócios em um caminho sem volta. A digitalização dos processos – que já é muito forte nos serviços públicos e nos setores de serviços, industrial e de varejo – também alcança com força o agronegócio. Contudo, quem vive no campo ainda está desconectado desta realidade e vem sentindo na pele o quanto a falta de serviços de internet de qualidade impacta no dia a dia do agro.

Essa foi uma demanda apresentada em reunião na quinta-feira (15) em que lideranças do agronegócio de Toledo, com forte presença do Sindicato Rural de Toledo, Aaviopar, Aproltol, Assuinoeste, Associação Paranaense de Suinocultores e Senar-PR defenderam incentivos ao setor que gera uma movimentação econômica superior a R$ 4,3 bilhões (Deral, 2022).

Atualmente, há uma pressão sobre o setor para a emissão de documentos fiscais pelas plataformas digitais. No entanto, os produtores reclamaram que os serviços de conexão à internet são precários e caíram muito de qualidade nos últimos tempos. Na opinião das lideranças que estiveram reunidas com o governo municipal, sem a oferta de conectividade no campo fica inviável qualquer procedimento digital.

O prefeito de Toledo, Beto Lunitti, lamentou que esse caminho via investimento das operadoras ainda enfrenta dificuldades. Entretanto, como medida do poder público municipal, a Fundação de Desenvolvimento Sustentável, Científico e Tecnológico de Toledo (Funtec), vem empreendendo esforços para a instalação de uma Prova de Conceito (POC) para testar sistemas de conectividade na região de Concórdia do Oeste. A prova de conceito prevê o monitoramento da conexão com a internet de residências localizadas num raio de 5 km e equipamentos/maquinários que façam uso de tecnologia com essa necessidade. Estima-se que o estudo defina o tipo de antena e serviço a ser oferecido aos produtores rurais.

O que ficou compreendido na reunião é que o agronegócio é altamente demandante deste tipo de serviço de comunicação e conexão – móvel ou por cabos – para o desenvolvimento de atividades nas granjas, nas lavouras, nas negociações comerciais do agronegócio, na emissão de documentos fiscais e também para o próprio conforto do produtor rural e sua família. Sem conectividade estável no campo, o próprio município terá dificuldades na satisfação do produtor com a entrega de serviços públicos e suas exigências.

Fonte: assessoria SRT

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