A Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), campus de Toledo, recebeu na segunda-feira (14) um grupo de professores e estudantes do curso de Medicina Veterinária da Universidade Nacional de Canindeyú (Unican), da cidade de Curuguaty, no Paraguai, para visita acadêmica aos cursos de Tecnologia em Aquicultura e Engenharia de Pesca.
Composta por 14 estudantes e três docentes, a comitiva foi recepcionada pelos professores Eder André Gubiani e Aldi Feiden. A programação incluiu palestra, visita técnica a uma propriedade do município, circulação pelos laboratórios e instalações do Grupo de Estudos de Manejo na Aquicultura (GEMAq) e do Grupo de Pesquisas em Recursos Pesqueiros e Limnologia (GERPEL), além da Estação de Pesquisa em Aquicultura Ambiental (EPAA).
A visita marcou a primeira vez que o curso de Tecnologia em Aquicultura recebe uma delegação acadêmica estrangeira. Para o coordenador da graduação, Eder André Gubiani, a iniciativa abre caminhos para parcerias mais amplas.
“Para o curso, é extremamente importante receber comitivas internacionais, apresentar nossas atividades e possibilitar a vinda de estudantes para estágios ou mesmo para cursarem a pós-graduação no futuro. Isso mostra que nosso curso é referência nas áreas de aquicultura e pesca e gera visibilidade para que novos estudantes se interessem por cursá-lo”, afirma.
Segundo Gubiani, a partir dessa visita, novas parcerias poderão ser desenvolvidas entre as instituições, tanto para mobilidade acadêmica quanto para estágios.
EXPERIÊNCIA – A atividade integra a formação prática dos alunos do sexto ano do curso de Medicina Veterinária da Unican e tem como objetivo fortalecer os conhecimentos na área de aquicultura e produção de peixes, mediante o contato direto com experiências de ensino, pesquisa e produção na região do Oeste do Paraná.
Para Guillermo Centurión, professor da Unican, a experiência foi muito proveitosa, por conseguirem observar mais frentes de atuação da piscicultura que são pouco exploradas no Paraguai.
“A gente ficou encantado com o laboratório, com a parte de formulação. Também tem a parte social, o que a gente consegue fazer a partir do peixe em benefício à sociedade. Na granja, a gente admirou muito o trabalho que faz o produtor e a questão da margem econômica e avaliação financeira”, destacou.
Fonte: Unioeste





