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Clima quente proporciona o menor índice de infestação do Aedes aegypti

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Pela primeira vez no ano, Toledo foi classificado como Baixo Risco pelo Ministério da Saúde em relação a possibilidade de transmissão do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue. O quarto Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) de 2019, realizado entre os dias 22 e 23 de outubro indica um índice de infestação predial de 0,8% em Toledo.

Foram realizadas aproximadamente duas mil visitas a imóveis na área urbana de Toledo nesse período. Com o resultado, foi possível registrar um índice abaixo do recomendado pelo Ministério da Saúde, que hoje seria de 1%.

O primeiro levantamento do ano, em janeiro, apontou um índice de 3.8% de infestação. Em abril, no segundo levantamento, houve uma queda considerável e o índice fechou em 1,4%. Com a chegada do inverno em julho tivemos o menor índice até então, 1%. 

A Coordenação do Setor de Endemias da Secretaria de Saúde de Toledo aponta o calor dos últimos meses e o clima seco como os principais fatores para o controle da propagação do mosquito. 

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“Estamos com uma equipe completa de Agentes de Endemias, isso facilita o trabalho de orientação e fiscalização das residências, terrenos baldios e estabelecimentos comerciais. Aos poucos as pessoas estão mais conscientes, mas mesmo com toda a mídia falando no assunto, ainda há aqueles que alegam desconhecer os cuidados necessários”, ponderou o Coordenador de Endemias, Selídio José Schmitt. 

O destaque fica por conta do trabalho realizado nos bairros Europa, América, Fachinni e Tocantis. Normalmente essas regiões apresentavam altos índices de infestação, mesmo quando no resto da cidade o mosquito estava controlado. 

“Fizemos um rodízio de agentes e intensificamos as orientações nessas localidades. Felizmente tivemos o retorno positivo da população que compreendeu os apelos e tomou os cuidados devidos”, explicou Selídio.

A preocupação dos gestores é para quando voltar os períodos de chuvas. “Se as pessoas tomarem os cuidados para evitar criadouros e realizarem as manutenções periódicas nos imóveis, pode chover o ano todo. O problema é que sempre acabam esquecendo de cuidar os vasos de plantas, tonéis e outros recipientes que armazenam água e viram criadouros do mosquito”.

Acompanhe o resultado dos bairros e localidades que tiveram índice superior ao preconizado pelo Ministério da Saúde: 

Região do Centro de Eventos (10%), Planalto (5,6%), Croma (5,6%), Filadélfia (3,7%), Esplanada (3,6%), Bressan (3%), São Francisco I (2,9%), Panambi I (2,8%), Pancera (2,5%), Panorama II (2,5%), São Francisco II (2,5%), e Panambi II (2,3%).

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Fonte: Secom/ Pref. de Toledo

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