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Cidade limpa, cidadania suja.

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Toledo adora figurar nos rankings de “qualidade de vida”. Bonito no papel — feio na calçada. Enquanto o poder público organiza coleta seletiva, agendamentos, cooperativa com mais de 40 famílias e pontos de descarte, parte da população insiste em praticar o velho crime social do “joga aí e finge que não é comigo”. Mistura reciclável com orgânico, deixa entulho antes do horário, transforma container público em lixão particular… e ainda reclama do mau cheiro.

Nesta semana, 15 toneladas foram retiradas de área proibida. Um cidadão despejou “terra” nos contêineres amarelos — diante da Guarda Municipal — e nada aconteceu. Outro, recém-instalando seu “buteco”, achou normal largar oito sacas de garrafas de vidro como quem varre lixo para debaixo do tapete urbano. Código de Posturas existe para cumprir — não para decorar gaveta.

Fica a pergunta: nossos vereadores vão seguir “contemplativos” ou terão coragem de aprovar lei dura, com multa pesada e sanção pedagógica — tipo trabalho obrigatório de coleta pública por alguns bons finais de semana para quem cometer essas sujeiras? Porque já está provado: não há frota suficiente para varrer a irresponsabilidade crônica de quem confunde cidade com depósito. E, nesse roteiro, o maior lixo não está nas ruas — está na consciência cívica de quem insiste em tratá-las como seu quintal privado.

Topete, bola de cristal e cara de pau

Além de topetudo e nó-cego, agora resolveu se lançar como vidente. A preocupação do moço do “kit-propina” não foi explicar o motivo de estar circulando pelo Executivo — foi descobrir qual urubu fez a foto. Entre os mais de 45 comissionados, estagiários ultrapassam a cem nomes, qualquer um poderia ter asas. Fica a dica: quando o medo é da câmera, é porque a consciência já está denunciando.

Do passado que não passa

O urubu que flagrou a cena jurava que o personagem estava ali por nostalgia… ou por conveniência. Talvez para rever velhos amigos de velhos tempos — talvez para fugir dos cobradores das diárias prometidas dos tais cursos milagrosos. Dizem que até presidentes de câmaras estão vindo a Toledo para lembrar compromissos “esquecidos”. O passado, ao que parece, insiste em voltar — principalmente quando não foi devidamente pago.

Aeroporto que salva vidas

O início de 2026 confirma o papel humanitário do Aeroporto Municipal Luiz Dalcanale Filho. Em apenas sete dias, foram 34 operações — incluindo dois voos aeromédicos do programa Paraná Urgente — que garantiram resposta rápida em situações críticas de saúde. Quando a infraestrutura funciona, o Estado chega mais rápido onde a vida não pode esperar.

Gestão técnica que gera confiança

Com 2.608 operações registradas em 2025, o Aeroporto de Toledo mostra que gestão técnica, manutenção contínua e equipe qualificada fazem diferença. A operação segura, ágil e confiável é resultado de planejamento e responsabilidade pública — um ativo estratégico para saúde, segurança e desenvolvimento regional.

Investimento que vira futuro

2026 chega com avanços estruturantes: instalação do sistema PAPI, nova estação meteorológica e articulação com o Governo do Estado para uma reforma ampla do terminal. Mais segurança, previsibilidade e potencial para atrair aviação comercial. É política pública com visão de futuro — conectando Toledo ao Paraná e ao Brasil.

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