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Cargo exige ação, não figuração

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Cargo público jamais deveria servir de abrigo para figurantesinstitucionais. Secretário que assume função estratégica — especialmente em áreas sensíveis como segurança pública — precisa compreender, desde o primeiro dia, que respeito não vem do crachá, do gabinete ou da nomeação política. Respeito vem da capacidade de agir, enfrentar crises e entregar resultados concretos.

Em Toledo, Rogério de Lima demonstrou uma diferença que a população percebe rapidamente: há quem apenas ocupe cadeira e há quem honre a cadeira que ocupa. Segurança pública não admite gestores decorativos. Exige pulso, decisão e coragem administrativa, oque vemos no cotidiano da GM.

A conta sempre chega ao contribuinte

O cidadão não paga impostos para sustentar gestores especializados em discursos vazios, reuniões intermináveis ou justificativas burocráticas. A conta pública exige retorno. E retorno, na gestão, significa solução.

A recente ofensiva contra menores infratores reincidentes reforça exatamente esse princípio: quando existe liderança real, comando operacional e disposição para aplicar a lei, a máquina pública funciona. O contribuinte espera resolução — não protelação.

Firmeza não é autoritarismo, é dever funcional

Aplicar a legislação com inteligência, responsabilidade e rigor não é excesso — é obrigação. Secretário que compreende seu papel não negocia com a desordem, não relativiza reincidência e tampouco permite que a insegurança seja normalizada por discursos técnicos ou desculpas institucionais.

Por muito tempo, a frouxidão administrativa alimentou a falsa percepção de que determinados grupos, incluindo setores da criminalidade juvenil, poderiam agir sem consequências práticas. A resposta recente desmonta essa lógica.

Resolver problemas é a essência da função pública

Função pública não foi criada para observadores passivos da deterioração social. Foi criada para enfrentar problemas. A atuação de Rogério de Lima, somando ações contra menores infratores reincidentes e o enfrentamento aos chamados PSRs — figuras que durante anos espalharam medo, violência, abusos e insegurança nas vias públicas — estabelece um marco importante: liberdade de ir e vir pertence ao cidadão de bem, não pode servir de pretexto para omissão diante de quem usa as ruas para delinquir.

Quando a gestão pública se omite, o crime ocupa espaço. Quando a gestão atua, a ordem reage.

Recado direto a secretários atuais, passados e futuros

A lição se estende para todos os secretários — os que estão, os que passaram e os que ainda virão: ocupar cargo sem exercer autoridade prática transforma a função em símbolo de fraqueza administrativa.

Quem recebe poder institucional e não o converte em responsabilidade perde o respeito de quem nomeia e, principalmente, da população que financia a estrutura pública.

Autoridade ornamental não resolve crises.
Comodismo administrativo não protege famílias.
Burocracia sem coragem não enfrenta criminalidade.

Toledo endurece — e envia uma mensagem clara

Toledo já demonstra que gestão séria não se mede por presença política, mas pela disposição de enfrentar problemas históricos que muitos preferiram empurrar adiante.

A cidade assiste em menos de 1/5 da nova gestão, enfim, a uma sinalização de que cargos estratégicos podem voltar a cumprir sua função essencial: proteger a população, restaurar a ordem e mostrar que, acima de qualquer discurso, o serviço público deve existir para produzir resultados.

Porque, no fim, secretário eficiente não é o que apenas ocupa espaço — é o que resolve.

Acidente sem gravidade com membro do comboio de Moro em Toledo.

A comitiva do senador Sergio Moro rumo à grandiosa Festa das Nações, em Guaíra — vitrine filantrópica e social de peso no Paraná — acabou protagonizando um roteiro inesperado antes mesmo de chegar ao destino.

No trajeto entre Cascavel e Guaíra, pela BR-467, nas proximidades do trevo de acesso a Egídio Munareto, Coatol, o veículo envolvendo o presidente da Câmara de Vereadores de Cascavel se envolveu em um acidente. Felizmente, apenas danos materiais.

Entre o prestígio político e o susto na estrada, ficou o lembrete: nem toda articulação de peso escapa dos solavancos do percurso.

Show do trabalhador no alto da avenida Maripá

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