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Captação de órgãos na Hoesp pode salvar nove pessoas

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Da Redação

Foram captados rins, fígado, córneas, coração para transplante de valvas cardíacas. Todos esses órgãos foram captados na Hoesp/Hospital Bom Jesus, foram disponibilizados para a Central de Transplantes e podem salvar nove pessoas nessa quarta-feira, 28.

A doação foi possível por meio do “sim” da família da paciente, de 56 anos, que teve a confirmação da morte encefálica nessa terça-feira, 27. “Nove pessoas serão salvas hoje graças ao gesto nobre de uma família”, ressalta o coordenador da CIHDOTT da Hoesp, Itamar Weikanko.

Toda doação foi acompanhada pela Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes. “É um trabalho importante de toda a equipe no hospital para que essas vidas possam ser salvas. É um gesto de amor”, finaliza Itamar.

Neste ano de 2024, o Bom Jesus já realizou seis captações de órgãos. De acordo do Itamar, no Paraná mais de 3.600 pessoas aguardam na fila por um órgão. “Quem recebe esse órgão tem vida plena e condições quase normais de restabelecer o seu dia a dia”.

PROTOCOLO – Em média o protocolo de doação no Bom Jesus para cada dez pacientes é de 9,5 das famílias aceitam a doação. Itamar confirma que no hospital, nos últimos onze anos, de cada 10 protocolos concluídos, que se abre a possibilidade de fazer a pergunta a família se quer doar os órgãos, 9,5 concordam.  “Se os familiares entenderem o processo e tem a confiança no atendimento do hospital, é confirmada a doação, se a família concordar”.

Foram captados rins, fígado, córneas, coração para transplante de valvas cardíacas. Foto: assessoria

Itamar Weiwanko explica que o protocolo é uma diretriz brasileira que o hospital precisa respeitar. “Temos a obrigatoriedade de diagnosticar a doença que o paciente tem, seja um câncer, HIV, tuberculose, enfarte.  E também de diagnosticar o paciente com morte cerebral. Estou há mais de 17 anos nesse serviço e tenho três pós-graduação, e a meu ver, é algo de mais complexo que existe dentro da instituição e para se fazer um diagnóstico, requer muito conhecimento. Não é qualquer pessoa que pode doar órgão, somente quem tem o diagnóstico concluído de morte encefálica, que é quando o cérebro morre, mas o coração, por exemplo, ainda bate e os outros órgãos continuam funcionando por um tempo”.

FILA DE ESPERA – Ao todo, hoje, são 3.683 pessoas no Paraná aguardando por uma doação de órgão, e vem aumentando. O transplante renal é o que tem a maior fila.

O rim tem um total de 2.009 pacientes na fila de espera; córneas, 1.278; fígado, 240; rim pâncreas, 21; pulmão, 16; pâncreas, 2 ; coração, 28 pacientes. “O coração tem um tempo de 4 horas para ser transplantado e começar a bater no peito de uma outra pessoa, em qualquer lugar do Brasil; o fígado são 12 horas de espera; os rins são 18 horas; as córneas podem ficar em conservação por até 15 dias; os ossos podem ser congelados por até cinco anos”, relata Itamar Weiwanko. Com essas doações, nove pessoas saem da fila.

Fonte: assessoria

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