Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Fonte de dados meteorológicos: Wettervorschau 30 tage
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Brasil apresentou aumento do PIB e da renda per capita em 2022

h

Facebook
WhatsApp
LinkedIn
Dilceu Sperafico. Foto: José Fernando Ogura/AEN

Por Dilceu Sperafico*

Para nossa satisfação e renovação das esperanças das famílias brasileiras, a economia do País encerrou o ano de 2022 com crescimento de 2,9% no Produto Interno Bruto (PIB), com elevação dos resultados na prestação de serviços de 4,2% e no desempenho da indústria de 1,6%. Os números são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indicando queda de 1,7% apenas na agropecuária no período, mas não se pode omitir o fato da produção do agronegócio ser responsável pela movimentação da indústria de transformação em todo o País.

De acordo com o levantamento, revelado no início deste mês de março de 2023, o PIB do País totalizou 9,9 trilhões de reais em 2022, com rendimento per capita de 46.154,60 reais no período, com avanço real de 2,2% na comparação com a renda individual no ano anterior. A taxa de investimentos em estrutura e segmentos produtivos em 2022 foi de 18,8% do PIB, enquanto a taxa de poupança alcançou 15,9%. No 3º trimestre de 2022, a contribuição da agropecuária e dos serviços avançou 0,3% e 0,2%, respectivamente, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Em relação ao 4º trimestre de 2021, o PIB de 2022 avançou 1,9% no último trimestre do ano, com o 8º resultado positivo consecutivo nessa base de comparação, registrando altas no desempenho dos serviços de 3,3% e nas atividades industriais de 2,6%. A pequena queda de 1,7% no Valor Adicionado da Agropecuária (VAA) no ano de 2022, foi consequência de perdas na agricultura com o clima adverso em diversas regiões produtoras.

Já na indústria, o destaque positivo foi o desempenho de setores como os da geração de eletricidade e gás natural, tratamento de água e esgotos e atividades de gestão de resíduos, com expansão de 10,1%, graças, inclusive, às bandeiras tarifárias mais favoráveis ao longo de 2022. A construção civil registrou crescimento nacional de 6,9%, beneficiando trabalhadores e indústrias do setor e a população necessitada de moradia.

Conforme o estudo do IBGE, todas as atividades dos setores de serviços apresentaram crescimento em 2022, somando nas atividades de prestação de serviços expansão de 11,1%; nos transportes e armazenagem 8,4%; nas áreas de informação e comunicação 5,4%; nas atividades imobiliárias 2,5%; na administração, saúde e educação públicas e seguridade social 1,5%; no comércio em geral de 0,8%; e nas atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados houve avanço de 0,4% ao longo do ano.

Na análise de despesas, houve alta de 0,9% na formação bruta de capital fixo, com crescimento pelo segundo ano consecutivo, enquanto os gastos de consumo das famílias avançaram 4,3% em relação ao ano anterior. Já as despesas dos governos cresceram 1,5% em 2022. No setor externo, as exportações de bens e serviços cresceram 5,5%, enquanto as importações dos mesmos segmentos avançaram apenas 0,8%, beneficiando os setores econômicos nacionais, que são os fornecedores do poder público e da iniciativa privada.

Os números apresentados pelo IBGE certamente estão bem distantes do esperado e desejado por empreendedores, trabalhadores e cidadãos brasileiros, mas representam grande alívio e renovação da confiança, diante das previsões de retração da economia nacional no período, devido aos reflexos da pandemia de Covid-19, guerra da Ucrânia com a Rússia e crise econômica mundial.

*Dilceu Sperafico é deputado federal pelo Paraná e ex-chefe da Casa Civil do Governo do Estado.

E-mail: dilceu.joao@uol.com.br

Veja também

Publicações Legais

Edição nº2809 – 18/02/2026

Cotações em tempo real