Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Fonte de dados meteorológicos: Wettervorschau 30 tage
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Boletim agropecuário aborda a ovinocultura paranaense

h

Facebook
WhatsApp
LinkedIn

O rebanho ainda é pequeno, mas tem um VBP de R$ 96 milhões, recursos importantes para algumas regiões do Estado; Núcleo regional de Cascavel, no Oeste, é o mais expressivo, seguido pelo de Guarapuava, no Centro-Sul

Apesar de o Paraná não ter um rebanho ovino expressivo, a cultura movimenta aproximadamente R$ 96 milhões por ano no Estado, dinamizando a economia de várias regiões, particularmente de Cascavel e Guarapuava. Essa é uma das análises do Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária, produzido por técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e Abastecimento,  referente à semana de 16 a 22 de janeiro.

O Paraná tem um rebanho de 589 mil cabeças de ovinos. Em 2019, a participação desse segmento no Valor Bruto de Produção (VBP) estadual foi de aproximadamente 0,1%. Mesmo que os volumes pareçam pouco expressivos, a ovinocultura movimentou R$ 96 milhões durante o ano no Estado, valor importante para dinamizar a economia.

O núcleo regional de Cascavel, no Oeste do Estado, é o mais expressivo na produção, contribuindo com R$ 12,8 milhões para o VBP desse segmento. É seguido pelo núcleo de Guarapuava, com R$ 8,6 milhões. Praticamente a totalidade dos ovinos é destinada ao consumo interno.

Dados da Embrapa apontam que a cotação do ovino vivo teve variação positiva de 11,1% na comparação de dezembro de 2019 com o mesmo mês em 2020. O impulso foi dado, sobretudo, pela alta de soja e milho, pela redução na produção e consequente importação da carne ovina, e pela baixa disponibilidade de pastagem, em razão da estiagem severa.

A estimativa para 2021 é que haja aumento na produção. No entanto, os preços devem se manter ainda em alta seguindo a provável recuperação econômica. Também contribui para a formação do preço a manutenção da alta da soja, do milho e do dólar, o que eleva os custos na alimentação e nos insumos.

Ovinocultura em Irati. Foto: Jaelson Lucas/AEN

FEIJÃO E FRUTAS – O boletim registra, ainda, a colheita de 51% do feijão de primeira safra. De forma geral, o clima em janeiro está favorecendo a cultura, com boas expectativas de produtividade e qualidade dos grãos. Da segunda safra, apenas 7% foi semeada e a maioria está em fase de germinação.

Em relação às frutas, há análise sobre algumas das principais da pauta de importações do Brasil: peras, nozes, castanhas, uvas e maçãs. No total, o Brasil importa 25 espécies de frutas de 65 fornecedores. Em 2020, foram adquiridas 450,7 mil toneladas com despesas de US$ 596 milhões.

MILHO E SOJA – A semana se encerra com 57% da área da primeira safra de milho no Paraná na fase de frutificação. A colheita já começou, mas ainda não atinge 1% do total. Da segunda safra, a área plantada ainda é incipiente, com 1% do estimado.

Para a soja, as chuvas de janeiro foram benéficas. Mas, se ajudou a restabelecer a umidade do solo, elas também dificultam o acesso dos produtores às lavouras de algumas regiões para o trato cultural. A colheita está começando na região de Pato Branco, devendo se fortalecer a partir de fevereiro, a depender do clima.

OUTRAS CULTURAS – O documento produzido pelos profissionais do Deral traz também uma análise sobre o comportamento dos preços do trigo e derivados tanto para o produtor e industrial quanto para o consumidor. Leitura semelhante é feita em relação à avicultura de corte, com o estudo se estendendo também para a exportação.

Há ainda registro sobre as condições das lavouras de batata tanto da primeira safra, que já tem 87% da área colhida, quanto da segunda safra, que está com 39% semeada. Sobre a mandioca, o boletim retrata a dificuldade de trabalho a campo devido à chuva, mas com desenvolvimento satisfatório das lavouras plantadas.

Confira a íntegra do boletim  AQUI

Fonte: Agência Estadual de Notícias

Veja também

Publicações Legais

Edição nº2810 – 24/02/2026

Cotações em tempo real