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Biopark atrai empresa que aplica tecnologia 4.0 para medicina diagnóstica

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Pioneira na área de radiologia e medicina diagnostica por imagem, a Rdicom vem promove futuro da radiologia e da saude 4.0

A saúde 4.0 promete transformar a rotina de profissionais da saúde e pacientes. Com uso de computação em nuvem e inteligência artificial, é possível ofertar mais agilidade e precisão em diagnósticos, além de reduzir custos. Esse é o mercado de atuação da Rdicom, nova residente no Biopark que foi fundada no ano de 2017, em Cascavel, com o objetivo de inovar na área de medicina diagnóstica por imagem. 
Projetada por cientistas da computação, especialistas em computação na nuvem, radiologistas e em tecnologias da saúde 4.0, a plataforma da Rdicom traz entre suas vantagens a melhora na gestão de exames radiológicos, proteção de dados, economia e sustentabilidade – esses dois últimos fatores provenientes da redução do consumo de materiais para “impressão” dos exames, por exemplo.
“Oferecemos aos profissionais de saúde meios para comunicar, armazenar e visualizar exames de imagiologia médica na nuvem, facilitando a gestão de exames radiológicos e melhorando a qualidade do diagnóstico por imagem.”, destaca o sócio fundador e CEO, Robson Fagundes.
Além das soluções em nuvem para gestão de exames radiológicos, em meio à pandemia da Covid-19, a empresa desenvolveu o Robô Vics – projeto pioneiro no Brasil e que consiste em um modelo de inteligência artificial que identifica pacientes com lesões pulmonares causadas ou não pelo Covid-19 por meio de exames de raio-x do tórax.

O Robô Vics passou a auxiliar médicos a diagnosticar as lesões causadas pelo novo vírus e alcançou 97% de precisão. “Em fevereiro iniciamos a produção dessa tecnologia com foco em melhorar a assertividade no diagnóstico e na identificação de lesões pulmonares, causadas pela Covid-19″, informa Robson.
Inserida no Ecossistema do Biopark, a empresa acredita que terá mais visibilidade, além de contar com benefícios exclusivos oferecidos pelo Programa de Residência. “Já estamos inseridos no ecossistema de startups da região e vir ao Biopark fortalece a nossa ideia de fazermos parte de um projeto que valoriza as ideias e negócios que possuem o objetivo de crescer”, finaliza Robson.

Fonte: Assessoria

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