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Baixa umidade: Médica oferece dicas essenciais para cuidar da saúde

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Por Marcos Antonio Santos

Nesta semana, a região de Toledo está vivendo dias quentes, com ar seco e baixa umidade. Na tarde dessa terça-feira, 20, por volta das 17h, a temperatura chegou a 33 graus, e a umidade relativa do ar registrada foi de 20%. A baixa umidade pode causar diversos problemas respiratórios, como ressecamento das vias aéreas, agravamento de condições como asma e bronquite, além de facilitar infecções respiratórias. Para minimizar esses efeitos, é importante adotar algumas medidas.

A clínica geral da Secretaria de Saúde do município de Toledo, doutora Mayara Bolson Salamanca, reforça que estamos vivendo um momento em que, de fato, a baixa umidade se faz presente. Os problemas mais comuns incluem o ressecamento da pele, irritação dos olhos, irritação da garganta e do nariz, aumento da propensão a infecções respiratórias das vias aéreas superiores, gripes, resfriados e piora de condições respiratórias, como asma e bronquite. “A baixa umidade resseca as mucosas das vias respiratórias, que são responsáveis por filtrar o ar e proteger o sistema respiratório de agentes patogênicos. Esse ressecamento pode causar irritações, inflamações e também aumentar o risco de infecções”, alerta a doutora.

INFECÇÕES RESPIRATÓRIAS – Ela relata que os sintomas podem incluir desde garganta seca, tosse prolongada e seca, até nariz congestionado ou ressecado, com possibilidade de sangramento devido ao ressecamento. Os olhos também ficam irritados, avermelhados e coçam devido à irritação. A pele se torna ressecada, escamosa, e a frequência de dores de cabeça também pode aumentar.

CRIANÇAS E IDOSOS – Grupos específicos, como crianças, idosos ou pessoas com doenças respiratórias, são mais vulneráveis à baixa umidade. “Esses grupos são muito mais sensíveis. As crianças e os idosos têm um sistema imunológico mais frágil, e, por isso, suas vias respiratórias acabam se tornando mais sensíveis. Pessoas com doenças respiratórias pré-existentes, como asma, ou idosos com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), podem apresentar piora nos sintomas devido ao ressecamento das vias aéreas”, afirma Mayara.

HIDRATAÇÃO – Conforme a doutora, é essencial manter o equilíbrio hídrico do corpo, especialmente nas mucosas e nas vias aéreas, para ajudar a proteger contra irritações e infecções. “Beber bastante água ajuda a compensar o ressecamento causado pela baixa umidade. Em torno de dois a três litros de líquido por dia são recomendados, dependendo também do nível de esforço físico que a pessoa realiza; quem trabalha ou pratica atividades físicas intensas precisa se hidratar ainda mais”.

Ela menciona que outras medidas incluem o uso de hidratantes na pele, lavagem nasal com soro fisiológico, evitar banhos muito quentes e prolongados (que ressecam ainda mais a pele), colocar toalhas úmidas ou bacias de água nos cômodos e usar umidificadores de ar. “Os umidificadores são eficazes para aumentar a umidade relativa no ar, principalmente em ambientes fechados. Para usá-los corretamente, é importante sempre mantê-los limpos, usar água filtrada ou fervida para evitar a proliferação de fungos e bactérias, e ajustar a umidade a níveis ideais. Precisamos mantê-los sempre limpos e deixá-los secar bem após o uso”, orienta a doutora.

ALIMENTAÇÃO – De acordo com Mayara, ter hábitos alimentares saudáveis pode ajudar a manter o corpo hidratado, especialmente consumindo alimentos ricos em água, como frutas. “Melancia, melão, laranja, e alguns vegetais, como pepino e alface, ajudam a manter a hidratação. Evitar alimentos muito salgados ou bebidas alcoólicas, que desidratam o organismo, também é importante. Incorporar sopas, chás e sucos naturais na dieta auxilia na hidratação. Sempre lembrar de consumir frutas com alto teor de água e utilizar água fervida ou filtrada para garantir a hidratação correta do corpo”, recomenda a doutora Mayara Bolson Salamanca.

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