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Água quente no verão? Falta de bebedouro para trabalhadores do pátio de máquinas gera indignação e cobrança do SerToledo

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O bebedouro, que não funciona, foi retirado e posteriormente devolvido sem conserto. Foto: SerToledo

No dia 26 de dezembro de 2024, um calor que pode chegar a altas temperaturas anuncia que o verão está apenas começando. No pátio de máquinas do Município, local onde servidores dão início ao trabalho diário percorrendo estradas e regiões afastadas, a temperatura não é o único desconforto: falta água gelada.

A situação, que deveria ser simples de resolver, revelou um retrato de descaso. Durante a visita de um representante do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Toledo (SerToledo), o secretário de Comunicação Marcos Portela, os motoristas e operadores de máquinas relataram a retirada do bebedouro do local. Para muitos, foi o retorno de um problema já enfrentado no passado.

História de uma Luta

Até poucos anos atrás, o pátio de máquinas compartilhava um único bebedouro com a oficina, um equipamento incapaz de atender a todos os servidores: os primeiros conseguiam água gelada, enquanto os demais tinham de se contentar com água morna. Após muita reivindicação, o sindicato conquistou um segundo bebedouro, que trouxe alívio e dignidade aos trabalhadores.

Mas, em outubro de 2024, o aparelho estragou. O diretor do pátio conseguiu com que a Cozinha Social emprestasse outro bebedouro temporariamente, enquanto aguardava o conserto ou substituição do equipamento danificado. Porém, na última sexta-feira, dia 20 de dezembro, a Cozinha Social recolheu o bebedouro emprestado, alegando que ele pertencia ao setor.

A retirada foi feita com a ciência do secretario responsável, segundo relatos, e deixou os servidores sem nenhuma alternativa viável para enfrentar as jornadas de trabalho sob o sol escaldante.

Água quente e realidade dura

Para os servidores do pátio, a água que conseguem pegar no início do dia é a única que os acompanha durante longas horas de trabalho. Muitos sequer retornam ao pátio até o final do expediente, e, em áreas afastadas, a hidratação depende exclusivamente do que levam em suas garrafas térmicas.

Na manhã desta terça-feira, 26, a situação foi constatada por Marcos Portela durante sua visita ao pátio. Curiosamente, diante da presença do representante do sindicato, um bebedouro foi colocado no local. No entanto, tratava-se do equipamento quebrado, que permanece inutilizável.

Verão sem solução?

Com o verão batendo à porta e as temperaturas em ascensão, a indignação dos servidores é legítima. Como enfrentarão os próximos meses sem algo tão básico como água gelada para hidratação? A necessidade de um novo equipamento funcional é urgente e deveria ser prioridade.

Essa história, embora simples, reflete o quanto questões básicas como acesso à água podem revelar falhas maiores na gestão e no cuidado com os trabalhadores que mantêm a cidade funcionando. Para quem enfrenta o calor, a poeira e o isolamento no trabalho, água gelada não é luxo, é dignidade.

Que essa situação, como outras tantas já superadas, seja resolvida rapidamente. Porque, afinal, enfrentar um verão com água morna no pátio de máquinas é o tipo de realidade que ninguém deveria suportar.

Fonte: Marcos Portela, secretário de Comuncação do SerToledo

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