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Afogamentos: Médico orienta para cuidados e importância de acionar o 192

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Foto: CONSAMU

Os acidentes por afogamento exigem resposta rápida e, principalmente, atenção permanente à prevenção. De 1º de janeiro a 6 de outubro de 2026, o CONSAMU, que abrange 43 municipios, registrou 22 ocorrências de afogamento, incluindo acidentes em piscinas. O número reforça a necessidade de ampliar os cuidados, especialmente com crianças, em ambientes que ofereçam risco de afogamento.

O alerta é do médico do CONSAMU, Sandro Eduardo Nogueira Farias, que reforça a importância de que as famílias mantenham atenção redobrada em locais como piscinas, especialmente quando há crianças pequenas. De acordo com o profissional, as piscinas residenciais devem contar com mecanismos que impeçam o acesso das crianças sem a presença de um adulto. Cercas, portões e outros dispositivos de proteção devem dificultar o acesso não supervisionado ao local. “Os acidentes acontecem de forma muito rápida e inesperada. O cuidado começa com a prevenção”, orienta o médico.

Supervisão é fundamental

Mesmo com medidas de proteção instaladas, a recomendação é que as crianças permaneçam sob supervisão permanente de um adulto quando estiverem próximas ou dentro da água. A atenção deve ser redobrada porque, em situações de afogamento, o tempo de resposta pode ser determinante para o atendimento da vítima.

Em caso de emergência, acione o 192

Ao presenciar uma situação de afogamento, a orientação é buscar ajuda imediatamente e acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), pelo telefone 192. A pessoa que estiver no local deve procurar manter a calma e seguir as orientações repassadas pelo serviço de emergência. Caso não tenha acesso a um telefone, deve solicitar ajuda a quem estiver nas proximidades.

Se a vítima estiver inconsciente e não apresentar respiração normal, as manobras de reanimação devem ser iniciadas o quanto antes, de acordo com a capacidade de quem estiver no local e seguindo, sempre que possível, as orientações do serviço de emergência. “Quanto mais rápida for a intervenção, maior é a chance de reanimar a vítima”, finaliza Sandro.

Fonte: CONSAMU

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Edição nº2828 – 24/08/2026

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