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Adeus a Dona Wanda Dall’Oglio: primeira primeira-dama de Toledo morre aos 103 anos

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Foto: Arquivo/Museu Histórico Willy Barth

Da Redação

Faleceu neste domingo (10), aos 103 anos, Wanda Mariani Dall’Oglio, primeira primeira-dama de Toledo, conhecida como Dona Vanda. Viúva de Ernesto Dall’Oglio, primeiro prefeito do município, ela chegou à cidade em 1950, de acordo com a família, antes da emancipação, e atuou no Centro de Puericultura.

Nasceu em 1922, na Itália, e veio ao Brasil com seus pais após uma longa viagem de navio. A família inicialmente se fixou em Sarandi (RS), onde ela se casou com Ernesto.

Wanda esteve à frente do papel de primeira-dama entre 1952 e 1956 e de 1962 a 1964.

Em 24/06, Vanda Mariani Dall’Oglio completou 103 anos de idade. Vanda foi uma das primeiras moradoras de Toledo, tendo chegado aqui em meados de 1950. Veio acompanhando seu marido e com ele tornou-se a primeira primeira-dama do município, época em que auxiliava o Centro de Puericultura da cidade.

Os relatos da família são de que em sua casa havia muita gente, muitos amigos que constantemente a visitavam e aproveitavam para tomar seu famoso cafezinho, servido frequentemente com grappa. Também estava sempre rodeada dos familiares, afinal são cinco filhos, onze netos e oito bisnetos! 

Nascida em 1922, na Itália, migrou para o Brasil com seus pais, de navio, em cansativa viagem que durava semanas. A família estabeleceu-se inicialmente no Rio Grande do Sul, precisamente em Sarandi, de onde, já casada, Vanda saiu para vir a Toledo construir sua vida e constituir sua família. Nunca se interessou por naturalizar-se brasileira, mantendo costumes de seu país natal e incorporando os hábitos brasileiros, numa vida repleta de interculturalidades.

Foi uma mulher do seu tempo, que acompanhou as grandes transformações do último século, e venceu muitos obstáculos e desafios. Ultimamente, batalhava pela saúde debilitada, seguindo como um grande exemplo para todos.

Sempre gostou muito de culinária, leitura, de música, de jardinagem e de artes manuais. O jardim de sua casa sempre esteve impecável, e com vários animais de estimação. Filhos e netos se beneficiaram de roupas e decoração feitas por ela em tricô, crochê e bordados.

Dona Vanda tornou-se a cada dia mais querida por todos e se consolidou como uma referência de amor, força e persistência.

O velório ocorre na cripta da Catedral Cristo Rei nesta segunda-feira (11).

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