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Acima da média nacional, comércio paranaense fecha 2025 com alta de 2,8% nas vendas

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Foto: Arnaldo Neto/AEN

O comércio paranaense fechou 2025 com alta de 2,8% no acumulado de janeiro a dezembro, de acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada na sexta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o segundo melhor resultado pós-pandemia, atrás apenas de 2024, que terminou com 3,1% de crescimento. O resultado do ano passado também é superior à média nacional no mesmo período, que foi de 1,6%.

A atividade com maior crescimento nas vendas no ano foi móveis e eletrodomésticos, com 10,7%, sendo que somente no setor de eletrodomésticos a alta foi de 15,3%. Outros artigos de uso pessoal e doméstico cresceram 5,5% em relação a 2024, enquanto que tecidos, vestuário e calçados tiveram 4,7% a mais de vendas em 2025. O setor de hipermercados e supermercados cresceu 2,9%.

O bom momento do setor também foi sentido na comparação entre dezembro de 2025 com o mesmo mês de 2024. A alta foi de 5%, mais que o dobro do registrado em nível nacional, de 2,3%. Neste recorte, móveis e eletrodomésticos cresceram 16,8% e, novamente quando desmembrado, eletrodomésticos teve alta de 21,7%, enquanto que o segmento exclusivo de móveis cresceu 4,9%.

Outros artigos de uso pessoal e doméstico e equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação tiveram altas similares, de 9,4% e 9,3%, respectivamente. Apenas o setor de combustíveis registrou queda no comparativo, com -2,1%.

COMÉRCIO AMPLIADO – No recorte do varejo ampliado, que inclui itens como materiais de construção e alimentícios, bebidas e fumo, os resultados também foram positivos. No caso dos materiais de construção, a alta foi de 3,6% no acumulado do ano e 3,4% na comparação entre dezembro de 2025 com dezembro de 2024, enquanto que o índice de vendas a nível nacional caiu -0,2% e estagnou em 0,1%, respectivamente.

As vendas do atacado especializado em produtos alimentícios cresceram 24,4% no comparativo entre os meses de dezembro, enquanto que a média brasileira foi de 9,7%. No acumulado do ano, a alta registrada foi de 3,7%, contra uma retração, a nível nacional, de -2,3%.

RECEITA – O levantamento também traz dados sobre o aumento na receita das vendas no comércio varejista. O maior crescimento foi no acumulado do ano, com 7,8%, contra 6,4% no País. Na comparação de dezembro do ano passado com o de 2024, 7,3%, ante 4,4% da média brasileira.

SOBRE A PESQUISA – A PMC acompanha o comportamento conjuntural do comércio varejista no País, investigando a receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, cuja atividade principal é o comércio varejista. Ela traz resultados mensais da variação do volume e da receita nominal de vendas para o comércio varejista e o varejo ampliado – que inclui automóveis e materiais de construção – em nível nacional e estadual. Os resultados estão disponíveis no Sidra, o banco de dados do IBGE.

Fonte: AEN

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