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Acadêmicos de Farmácia do Biopark Educação apresentam resultados de atividade voltada ao desenvolvimento de produtos

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A aplicação de metodologias ativas no processo de ensino e aprendizagem tem sido fundamental para que os acadêmicos do Biopark Educação possam desenvolver as competências requeridas pelo mercado de trabalho. Com a aprendizagem baseada em desafios reais, os alunos do 3º semestre do curso de Farmácia desenvolveram produtos por meio de conhecimentos das áreas de Análise de Insumos Farmacêuticos, Produtos Naturais, Desenvolvimento de Formas Farmacêuticas e Projeto Integrador. Os projetos contemplaram as disciplinas de Química Orgânica e Analítica, Farmacologia, Farmacotécnica e Operações Unitárias. Com acesso a modernos laboratórios e equipamentos, e com a orientação de professores, os acadêmicos foram desafiados a desenvolver um comprimido a partir de plantas com compostos bioativos que atuam no sistema nervoso central.

A professora, Mestre em Farmacologia e especialista em Metodologias Ativas, Cárin Fabíola Pensin Hahn, responsável pelo Projeto de Desenvolvimento de Formas Farmacêuticas, salienta que a pesquisa e desenvolvimento de um novo produto para a saúde humana é algo extremamente complexo e regulado. “O que fazemos aqui é abrir o horizonte dessa possibilidade aos alunos, mostrando que são capazes de atuar em projetos que podem melhorar a vida de muitas pessoas”. Segundo Cárin, a formação do profissional de Farmácia está diretamente ligada ao surgimento de novas e inovadoras soluções na área da saúde. “Cada vez mais, se faz necessário a utilização de estratégias pedagógicas, que visam a transformação do conhecimento teórico em vivência prática e aplicada. O farmacêutico possui na essência da sua formação a capacidade de desenvolvimento de novos produtos. Isto precisa ser reforçado e incentivado e é isso que fazemos aqui no Biopark Educação”, conclui.

Kelly Cristina Massarolo, Doutora em Engenharia e Ciência de Alimentos, orientou os alunos na identificação e quantificação dos principais constituintes das plantas utilizando técnicas analíticas. “No Biopark Educação, estamos facilitando a aprendizagem das disciplinas mais complexas, como a Química Analítica, aliando prática à teoria”, explica a professora. Para dar todo o suporte no desenvolvimento de atividades como essa, o Biopark Educação conta ainda com a estrutura de uma indústria farmacêutica em menor escala, algo inédito na Região. “O aluno de Farmácia tem contato com uma mini-indústria farmacêutica e consegue aprender na prática sobre a produção e controle de qualidade de medicamentos”, enfatiza Letycia Lopes Ricardo, professora, Doutora em Química de Produtos Naturais e Especialista em Metodologias Ativas.

Resultados

O trabalho necessário para alcançar o resultado envolveu as etapas de extração dos compostos de cada planta, além de análises qualitativas e quantitativas, algo que desafiou os estudantes. “Foi um semestre desafiador, devido às habilidades desenvolvidas. Essas habilidades exploraram o estudo das plantas, as quais produzem substâncias utilizadas no desenvolvimento de novos medicamentos”, ressalta o acadêmico Erlon de Oliveira Ferreira. Também é o que reforça a estudante Inarha Meith. “Foi preciso realizar muita pesquisa, aulas práticas, além da orientação dos professores para chegarmos na entrega do produto final. Quando falaram que faríamos isso do zero eu não acreditei, mas nós conseguimos”.

Para a acadêmica Ester Hadassa Neves, este desafio teve os professores como motivadores. “Quando fazemos o uso de algum medicamento não paramos para pensar quantas etapas de pesquisa foram necessárias, e como foi o processo de desenvolvimento desse medicamento. Foi um prazer fazer parte desse projeto e é realmente incrível poder dizer que este trabalho é fruto de alunos do 3º semestre do curso de Farmácia do Biopark Educação”, conclui.

Os três comprimidos produzidos pelos alunos apresentam características diferenciadas, reforçando que o Biopark Educação avança na aplicação de metodologias ativas na área educacional. “Foi gratificante o resultado da integração dos projetos e das disciplinas no desenvolvimento acadêmico”, finaliza Letycia Lopes Ricardo.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Biopark

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