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A difícil avaliação do ano de 2022 para o Brasil e os brasileiros

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Dilceu Sperafico. Foto: José Fernando Ogura/AEN

Por Dilceu Sperafico*

A análise honesta de aspectos positivos e negativos do ano de 2022 não é uma tarefa fácil para a maioria dos cidadãos brasileiros e do mundo inteiro. No País, por exemplo, começamos a superar as trágicas consequências da pandemia de Covid-19, com a perda de quase 700 mil vidas humanas, reduzindo muito a contaminação da população, graças ao bom nível de vacinação, ao mesmo tempo em que retomamos a geração de empregos, renda e tributos e o crescimento da economia nacional.

Para isso, contribuiu a crise econômica e social mundial, elevando a demanda de grãos, proteínas animais e matérias-primas e beneficiando o agronegócio brasileiro, base da economia nacional, apesar dos efeitos internos negativos, como o aumento dos preços dos alimentos e combustíveis, o que exigiu a liberação de centenas de bilhões de reais como auxílio emergencial às famílias em situação de extrema pobreza, devido ao desemprego e falta de alternativas de renda.

Nesse balanço não podemos omitir, inclusive, a frustração da eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Qatar, a perda da vida do Rei Pelé e o desempenho insuficiente de companheiros e aliados no pleito nacional deste ano, especialmente na disputa da Presidência da República. Felizmente, para amenizar um pouco nossa lamentação, o governador Carlos Massa Ratinho Júnior se reelegeu com folga, o que acreditamos haver sido positivo para o povo paranaense.

Além disso, o ex-prefeito Lúcio de Marchi, de Toledo, na votação ficou na 1ª suplência da bancada estadual do Progressistas e nós ganhamos o direito de exercer o 7º mandato de deputado federal, retomando no Congresso Nacional bandeiras que defendemos nos seis mandatos anteriores, entre 1995 e 2018, como o agronegócio e o municipalismo, de acordo com os anseios e necessidades da população do município e região.

Se boa parcela da população de Toledo e região nos concedeu um novo mandato de deputado federal, foi porque reconheceu a importância e os benefícios das obras e recursos que conseguimos para o município e o Oeste, Sudoeste, Noroeste e Centro Oeste do Estado, em 24 anos de trabalho em Brasília, o que nos enche de satisfação e orgulho e nos motiva ainda mais a retomar as atividades que desenvolvemos na Câmara dos Deputados e junto ao Executivo Federal, defendendo as aspirações de nossos agricultores e trabalhadores rurais e urbanos.

Nossa agremiação, o Progressistas, integrou a aliança que apoiou a candidatura à reeleição do presidente Jair Bolsonaro, mas ele obteve 58.206.354 votos em todo o País ou 49,10% do total, apenas 2.139.645 a menos que o opositor Luiz Inácio Lula Silva, índice inferior aos votos nulos, de 3. 930.765, e muito menor do que as abstenções no 2º turno do pleito, que somaram 32.200.558. Lula venceu com 60.345.999 ou 50,9% dos votos, o que significa que somadas as outras diferentes opções do eleitorado, não alcançou o apoio da maioria.

Nos seis mandatos anteriores acompanhamos dois governos de Lula, o que não impediu o nosso trabalho de elaborar projetos, apresentar emendas parlamentares e defender a nossa gente nas votações na Câmara dos Deputados e Congresso Nacional. Atendemos aos anseios daqueles que trabalham, produzem, recolhem tributos e contribuam dia e noite para o desenvolvimento econômico e social do País e vamos sempre respeitar a Constituição Federal, mas exigiremos o mesmo respeito aos direitos de nossa gente.  

*Dilceu Sperafico é deputado federal eleito pelo Paraná e ex-chefe da Casa Civil do Governo do Estado.

E-mail: dilceu.joao@uol.com.br

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