Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Fonte: CEPEA
Fonte de dados meteorológicos: Wettervorschau 30 tage
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Candidatos ao Senado pelo Paraná declaram mais de R$ 8,3 milhões em bens à Justiça Eleitoral

h

Facebook
WhatsApp
LinkedIn
Disputa pelo Senado no Paraná reúne nove candidatos para duas vagas nas eleições de 2026. Foto: divulgação

Da Redação

Nove nomes foram definidos em convenções partidárias para disputar as duas vagas do Estado; levantamento considera os valores informados até 15 de agosto e mostra diferenças expressivas entre os patrimônios declarados

Nove políticos foram definidos por seus partidos para disputar as duas vagas do Paraná no Senado Federal nas eleições de 2026. Com o encerramento das convenções partidárias e o prazo de registro das candidaturas chegando ao fim neste sábado, 15 de agosto, o cenário da disputa permite também uma análise dos patrimônios declarados pelos candidatos.

A relação dos nove nomes confirmados nas convenções também é apontada por levantamentos publicados após o encerramento do período de convenções. O prazo para registro das candidaturas termina em 15 de agosto, enquanto a campanha eleitoral começa oficialmente no dia 16.

Estão na disputa Alexandre Curi (Republicanos), Cristina Graeml (PSD), Deltan Dallagnol (Novo), Doutor Rosinha (PT), Filipe Barros (PL), Gleisi Hoffmann (PT), Joaquim do MLB (UP), Karen Guerreiro (Missão) e Marcelo Marcelino (PCO).

Em 2026, cada eleitor poderá escolher dois candidatos ao Senado, já que estarão em disputa duas das três cadeiras destinadas ao Paraná. Os senadores eleitos terão mandato de oito anos.

Patrimônios somam R$ 8,3 milhões

Considerando os valores apresentados por oito dos nove candidatos relacionados, os patrimônios declarados somam R$ 8.304.443,19. Marcelo Marcelino (PCO) não entra nesse cálculo porque, conforme os dados disponíveis para este levantamento, ainda não havia registro de campanha com o respectivo valor patrimonial.

O maior patrimônio informado é o de Deltan Dallagnol (Novo), com R$ 2.756.904,77. Na sequência aparece Gleisi Hoffmann (PT), com R$ 1.949.457,16.

Filipe Barros (PL) declarou R$ 1.107.434,39, enquanto Alexandre Curi (Republicanos) informou patrimônio de R$ 1.088.725,03.

Cristina Graeml (PSD) declarou R$ 662.697,63 e Doutor Rosinha (PT), R$ 570.724,21.

Entre os menores valores estão Karen Guerreiro (Missão), com R$ 160.500,00, e Joaquim do MLB (UP), com R$ 8.000,00.

A média entre os oito patrimônios informados é de aproximadamente R$ 1,04 milhão por candidato. O dado, porém, é fortemente influenciado pelos maiores patrimônios e não significa que os bens estejam distribuídos de forma semelhante entre os concorrentes.

A diferença entre o maior e o menor patrimônio declarado chama atenção: Deltan informa um valor mais de 340 vezes superior aos R$ 8 mil declarados por Joaquim do MLB.

Valores declarados

Alexandre Curi (Republicanos) – R$ 1.088.725,03

Cristina Graeml (PSD) – R$ 662.697,63

Deltan Dallagnol (Novo) – R$ 2.756.904,77

Doutor Rosinha (PT) – R$ 570.724,21

Filipe Barros (PL) – R$ 1.107.434,39

Gleisi Hoffmann (PT) – R$ 1.949.457,16

Joaquim do MLB (UP) – R$ 8.000,00

Karen Guerreiro (Missão) – R$ 160.500,00

Marcelo Marcelino (PCO) – sem valor patrimonial considerado neste levantamento até o momento.

O sistema DivulgaCandContas, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é a plataforma oficial destinada à consulta pública das informações apresentadas pelos candidatos, incluindo as declarações de bens.

Campanhas poderão gastar até R$ 4,4 milhões no primeiro turno

Além do patrimônio pessoal, outro número relevante da disputa é o limite legal de gastos eleitorais. Para a campanha ao Senado no Paraná, o teto informado para o primeiro turno é de R$ 4.447.201,54 por candidatura.

É importante diferenciar os dois valores: patrimônio declarado representa os bens informados pelo candidato à Justiça Eleitoral, enquanto o limite de gastos estabelece o máximo permitido para despesas da campanha. Portanto, ter patrimônio maior ou menor não significa que o candidato necessariamente utilizará recursos próprios nessa proporção durante a eleição. A legislação eleitoral estabelece regras específicas para arrecadação e aplicação de recursos nas campanhas.

A disputa ocorre em um ano de renovação de dois terços do Senado Federal. Como cada unidade da Federação possui três representantes na Casa, os paranaenses escolherão dois senadores nas eleições de 2026, enquanto a terceira cadeira permanecerá com o parlamentar que possui mandato segue até a próxima renovação.

Veja também

Publicações Legais

Edição nº2827 – 28/07/2026

Cotações em tempo real