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Preço do gás de 13 kg sobe em Toledo e chega a R$ 125 após reajuste das revendedoras

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Revenda de GLP em Toledo registra reajuste nos preços após aumento das distribuidoras. Foto: divulgação

Da Redação

Alta de até 15% impacta orçamento das famílias da cidade; reajuste reflete custos operacionais, influência da guerra no Oriente Médio e repasse das distribuidoras

O preço do botijão de 13 quilos de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) subiu em Toledo após o reajuste repassado pelas revendedoras, que entrou em vigor no dia 3 de abril. O valor médio, anteriormente fixado em R$ 110,00, agora pode ultrapassar a barreira dos R$ 125,00, gerando um impacto de até 15% no orçamento das famílias da cidade.

De acordo com o último levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), realizado na semana passada, o botijão de 13 kg custava entre R$ 105,00 e R$ 120,00 em Toledo. Entretanto, após a nova correção, uma consulta feita nesta quinta-feira (9) pela Gazeta de Toledo encontrou preços variando de R$ 110,00 a R$ 125,00 em alguns estabelecimentos. Em um deles, foi confirmado que, no dia 3 de abril, houve aumento no preço do gás e do frete: o valor, que antes era de R$ 120,00, passou para R$ 125,00 para entrega.

Em outro estabelecimento, a informação é que o valor do gás de 13 kg está em R$ 125,00 para entrega e R$ 110,00 para retirada na portaria da empresa.

SINEGÁS – Conforme o presidente do Sindicato das Empresas Revendedoras de Gás Liquefeito de Petróleo do Estado do Paraná (Sinegás), Francisco Carlos Largamar, a alta média projetada varia entre R$ 9 e R$ 12 e reflete os repasses das distribuidoras e a elevação dos custos operacionais. Ele explica que a alta tem influência do cenário externo, com o encarecimento do petróleo motivado por problemas no Estreito de Ormuz, por conta da guerra no Oriente Médio, e passa pelo sistema de vendas da Petrobras.

Como as companhias possuem uma cota mensal de retirada, precisam adquirir o gás excedente em leilões, pagando valores elevados que vêm sendo duramente criticados pelo governo federal. “O fator gerador disso tudo é a guerra e a Petrobras”, afirma.

Largamar explica que, após a compra, o custo mais alto é repassado para as distribuidoras e, consequentemente, chega às revendas. Na ponta final, o comerciante ainda precisa embutir no cálculo a alta de combustíveis como o diesel e a gasolina, definindo o valor exato da correção de acordo com a distância e as características do bairro em que atua.

O presidente do sindicato reforça que o setor não tem interesse nesses aumentos em cadeia, que prejudicam diretamente o consumidor final. “A gente não quer isso. Sobe arroz, feijão, remédio, afeta a vida de todo mundo”, lamenta.

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