Depois de meses de manobras, versões contraditórias e tentativas de empurrar o caso com a barriga, o Conselho de Ética fez o que precisava ser feito: decidiu.
Agora não tem mais narrativa. Não tem mais desculpa. O pedido de cassação está na mesa. E vai para o plenário. É lá que a cidade vai descobrir quem é quem. Quem vota com Toledo. E quem escolhe proteger vereadores acusados de manchar a função pública.
E mais: cabe ao presidente da Câmara, Gabriel Baierle, colocar imediatamente em pauta. Protelar agora não é procedimento — é posicionamento.
Não é sobre política somente, sim, sobre “decência!”.
O Conselho foi claro: há indícios graves, incompatíveis com o decoro parlamentar. Não estamos falando de erro administrativo.
Estamos falando de denúncias que envolvem a própria essência do mandato.
E diante disso, a pergunta é simples:
Qual vereador terá coragem de votar para manter tudo como está? Porque cada voto será um recado direto para a população.
Ou se defende a moralidade pública — ou se passa pano para aquilo que envergonha a política.
O plenário vai virar espelho O
Chegou o momento que muitos tentaram evitar. O plenário da Câmara vai virar um espelho — e nele cada vereador vai se enxergar diante da população.
Não adianta discurso bonito. Não adianta nota ensaiada. O voto será registrado. O posicionamento será público. E o eleitor vai lembrar.
Quem segura, assume
A partir de agora, não existe neutralidade. Quem tentar segurar, adiar ou esvaziar a votação estará, na prática, tomando partido.
E o partido será claro: o da proteção política. A cidade espera atitude — não silêncio.
E espera que o presidente da Câmara paute o pedido já na próxima sessão.
Porque justiça que demora demais vira conivência.
Toledo está observado bem de perto
A população não está mais desatenta como antes.
Sabe o que está acontecendo. Sabe o que está em jogo.
E principalmente: vai saber quem votou como.
O plenário não será apenas uma sessão.
Será um marco. E cada vereador decidirá se quer sair dela maior…
ou marcado.
Toledo exporta consciência: Lhama Filmes conquista prêmio internacional com filme contra a violência

A produtora Lhama Filmes, de Toledo, acaba de conquistar reconhecimento internacional ao receber o Bronze no Prêmio Lusófonos da Criatividade, realizado em Portugal. À frente da produtora está o cineasta e publicitário Marcus Lima, que, junto à sua equipe e em parceria com a agência Vivas Comunicação, assinou o filme premiado com a supervisão e definição da SECOM de Toledo, via Marcio Pimentel.
Mais do que um prêmio, o reconhecimento celebra uma causa. O filme, voltado ao combate à violência, já havia ganhado repercussão nacional por sua sensibilidade e impacto social — e agora ultrapassa fronteiras ao ecoar em outros países de língua portuguesa.
A conquista reforça o papel transformador da comunicação quando ela se conecta com propósito. Em vez de apenas informar, a peça provoca reflexão, desperta consciência e convida à mudança, mostrando que criatividade também pode ser instrumento de cuidado coletivo.
O prêmio não pertence apenas aos realizadores, mas a todos que acreditam na força de mensagens que protegem, educam e mobilizam a sociedade. Toledo, mais uma vez, se projeta além de suas fronteiras, não apenas pelo talento, mas pelo compromisso com um mundo melhor.





