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Não era morador de rua: haitiano que invadiu terreno vive em hotel de R$ 200 reais a diária.

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Após dias de tensões, de infernizar os moradores, denúncias, notas oficiais e idas e vindas à delegacia, o episódio que vinha sendo tratado como um possível caso de vulnerabilidade social ou distúrbio psiquiátrico ganhou contornos muito mais complexos — e, para muitos, revoltantes.

Na manhã desta terça-feira (16), agentes da Guarda Municipal que monitoravam discretamente os passos do cidadão haitiano foram surpreendidos com um destino improvável: ele havia se retirado espontaneamente do terreno invadido e, horas depois, foi visto entrando tranquilamente em um hotel de alto padrão, no centro da cidade. A diária? Acima de R$ 200 por noite.

Sim, o homem que se apresentava como um seguidor de Davi, que clamava entender a Bíblia e dizia lutar “pela causa do povo de Deus”, que causou pânico em vizinhos, acendeu fogueiras em área urbana e ameaçou o proprietário do imóvel, estava hospedado confortavelmente e com todas as despesas em dia.

A revelação deixou a comunidade atônita. Afinal, isso indica que não se trata de um PSR (pessoa em situação de rua), tampouco de alguém com déficit intelectual evidente. O comportamento, até então atribuído a surtos esquizofrênicos ou a um quadro de delírio religioso, parece agora carregar um traço claro de espertalhão com domínio de manipulação social, religiosa e institucional.

Para muitos, a constatação muda completamente a narrativa: o invasor não é apenas um problema de assistência, mas um caso emblemático de abuso da fragilidade institucional brasileira, onde autoridades se veem engessadas entre a burocracia e o receio de agir diante de possíveis acusações de xenofobia ou abuso de autoridade.

A pergunta que agora paira no ar — e ecoa nas redes sociais — é direta:
“Quem está pagando o hotel?” Será que ele recebeu algum din din graúdo e vai torrar tudo?
E mais: “Até quando a estrutura pública será ludibriada por quem sabe exatamente como testá-la?”

Enquanto isso, moradores seguem apreensivos, e a cidade de Toledo aguarda — agora com desconfiança — que as autoridades não apenas ajam, mas esclareçam os bastidores desse enredo que, a cada dia, revela menos inocência e mais cálculo.

Visita Legislativa

Nesta quarta-feira, recebi a visita do jovem presidente da Câmara Municipal de Toledo, vereador Gabriel Baierle. Ele esteve acompanhado do assessor jurídico Dr. Douglas Queiroz e do assessor parlamentar Daniel Jochim.

Durante a conversa, Baierle comentou sobre o recesso do Legislativo e destacou sua intenção de realizar uma das gestões mais eficientes à frente da presidência da Casa. Como era de se esperar, as próximas eleições também entraram na pauta.

Ficou confirmada sua participação na edição da Gazeta do dia 2 de agosto, onde prestará contas do trabalho realizado até o momento.

25ª Festa das Orquídeas de Maripá é lançada com Café Colonial

O tradicional Café Colonial de Maripá, evento que marca a escolha da Princesa das Orquídeas e o lançamento oficial da 25ª Festa das Orquídeas e do Peixe, foi realizado no último sábado (12), no Centro de Eventos Dorival Moreira.

A ocasião contou com a presença de diversas autoridades políticas e empresariais, além de representantes de várias regiões do Oeste do Paraná, consolidando o prestígio e a importância do evento no calendário regional.

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Edição nº2810 – 24/02/2026

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