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As viúvas e o “choró”

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“Choró” é um topônimo derivado de “Chorron”, que, na língua tupi-guarani, significa “murmurar”. Escutar tantas frases feitas, repetidas de forma infantil por senhores que se dizem adultos e inteligentes, me remete à expressão “chorar em grego”.

As viúvas e o “choró” – Parte I

Refiro-me aos desvarios e comentários chulos das “viúvas” do ex-prefeito—aqueles que, por anos, mamaram nos cargos públicos, se beneficiaram de alguma carguinha de pedras ou, quem sabe, de uma fiscalização mais “aliviada” naquelas áreas de produção aquífera e em muitos outros setores. Sei que alguns de vocês, mesmo fora do poder, ainda recebem “algun$”—direta ou indiretamente—enquanto desdenham do recém-empossado prefeito.

As viúvas e o “choró” – Parte II

Ficam compartilhando a ficha corrida de certos secretários recém-nomeados. Outros já correram ao Ministério Público para pedir o óbvio—como se não soubessem que o mesmo cargo que agora contestam foi ocupado, por quatro anos, por um dos seus próprios bajuladores. E o pior? O MP ainda abre uma Notícia de Fato (NF), como se bastasse consultar o órgão oficial do dia 2 de janeiro, onde o ato já está registrado.

As viúvas e o “choró” – Parte III

Sem falar nas inúmeras bobagens que ocupam a mente desses dodóizinhos da bolha e seus asseclas. E o mais irônico? Ver um dos derrotados—que só fez besteira e se enterrou no próprio buraco devido seu desequilibro emocional quando alguém o questionava—agora falando em “porcos”, ou, “porquinhos”.

As viúvas e o “choró” – Parte IV

Sugiro a vocês que procurem o SINE. O Rodriguinho está lá, pronto para preencher fichas e encaminhá-los para os melhores serviços. É verdade que não haverá mais tetas generosas ou altos salários, mas pelo menos vocês ocupam o lado direito do cérebro e saem desse mundo de delírios. Afinal, alguns de vocês terão que pagar aquele processo do grupo de “fofocas”, aquele do “porquinho” por terem postado imagens de “de-menor”, que ultrapassa os R$ 300 mil. Ou vão deixar no rabo da coitada dos “laranjas”?

Falando em trabalho…

Às 5h37 da manhã da última segunda-feira, enviei ao diretor de Infraestrutura, Beto Ignacio, a imagem de um poste de iluminação em LED e de um poste da grade da pista de caminhada do Horto, que foi danificado por algum irresponsável. O estrago deixou todo o lado oeste sem iluminação. Felizmente, às 17h do mesmo dia, o poste já havia sido substituído e a luz restabelecida.

Cadê as chaves?

Aliás, se algum servidor honesto e correto que atue na Secretaria de Infraestrutura puder informar o paradeiro das chaves que acionam a “pistola” do Schianivatto, responsável por oxigenar o lago, seria de grande ajuda. Foi necessário arrombar para ligá-la! E pior: além de sumirem com a chave, ainda desligaram a chave automática e os fios de corrente contínua das bombas. Um verdadeiro absurdo! Mas, os peixes não morrerão…

4 pontos facultativo e 3 enforcamentos em 2025

Em Toledo, está decretado ponto facultativo nas repartições públicas municipais nas seguintes datas:

3 e 4 de março;(carnaval)

2 de maio; (sexta-feira- enforcamento)

20 de junho; (sexta-feira-enforcamento)

28 de outubro; (dia do servidor)

 26 de dezembro;(sexta-feira-enforcamento)

31 de dezembro. (pré-virada)

Mais capacitação pública

Já mencionei nesta coluna a trajetória do empreendedor Paulo Sérgio Lavagnolli, o único cidadão que decidiu deixar a vida pública — mesmo com um salário superior a R$ 12 mil mensais — para se dedicar integralmente às suas duas grandes paixões: a educação e o empreendedorismo. Nesta quarta-feira, tive a oportunidade de conhecer seu novo escritório no hoje chamado de prédio da ACIT.

Com uma visão inovadora, Lavagnolli e sua esposa, Leidiane, que também é uma pedagoga credenciada com larga experiência no trato e respeito com nossos filhos, têm investido fortemente na formação profissional, oferecendo cursos técnicos, graduação, pós-graduação, treinamentos e educação infantil. Seu compromisso com a capacitação tem impactado positivamente a comunidade, ampliando as oportunidades para aqueles que buscam qualificação e crescimento no mercado de trabalho.

O exemplo desse casal demonstra que investir na educação não é apenas uma escolha pessoal, mas um compromisso social que transforma vidas e fortalece a economia local, regional e nacional.

Educação Infantil e os riscos

Durante nossa conversa, o empresário Paulo Lavagnolli levantou uma questão que merece atenção urgente por parte do poder público de Toledo: a falta de fiscalização nas escolas particulares.

Ele afirmou que sua instituição segue rigorosamente todas as normas, mas que muitas escolas não cumprem sequer os requisitos mínimos de higiene e segurança para as crianças. Essa realidade exige uma ação mais efetiva das autoridades, garantindo que todas as instituições de ensino ofereçam um ambiente adequado para o desenvolvimento infantil.

A educação é um pilar fundamental para o futuro, e garantir sua qualidade deve ser uma prioridade para toda a sociedade

Mente desocupada, oficina do diabo

Dizem por aí que “mente desocupada é oficina do diabo”, e nunca essa frase fez tanto sentido. Desde que o ex-prefeito pendurou as chuteiras—ou melhor, desde que lhe arrancaram os sapatos à força—suas viúvas ficaram à deriva. Sem cargos, sem favores, sem aquela fiscalização “fraterna” que permitia que certos negócios fluíssem como um rio manso. E agora? Agora, passam os dias remoendo mágoas, espalhando boatos e tentando encontrar no novo governo um motivo para justificar o próprio fracasso.

O mais curioso é a indignação seletiva. Durante quatro anos, assistiram calados ao circo armado pelos seus aliados, mas, de repente, tornaram-se fiscais da moralidade, ávidos defensores da ética. Fazem denúncias ao Ministério Público, compartilham fichas criminais e tentam emplacar escândalos. Como se o jogo político só valesse quando a bola estava no pé deles. Como se os cargos, antes ocupados por seus apadrinhados, agora fossem motivo de revolta quando preenchidos por outros.

Enquanto isso, o tempo passa e a realidade bate à porta. O SINE continua de portas abertas, esperando aqueles que finalmente precisarão trabalhar de verdade. Mas aceitar um emprego formal, com carteira assinada e sem benefícios extras, parece um desafio maior do que enfrentar a derrota. Então, em vez de buscar ocupação útil, seguem na internet, arquitetando teorias, espalhando boatos e, quem sabe, tentando fugir da conta salgada do processo que já bate à porta.

Se ocupassem a mente com algo produtivo, talvez não sobrasse tanto tempo para espalhar ódio e ressentimento. Mas, como dizem, “mente desocupada é oficina do diabo”. E, pelo visto, esse diabo anda trabalhando em tempo integral.

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Edição nº2810 – 24/02/2026

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