Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Fonte de dados meteorológicos: Wettervorschau 30 tage
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Vacina oral contra poliomielite passa a ser inativada poliomielite (VIP), que é injetável

h

Facebook
WhatsApp
LinkedIn
(Foto: Iron Braz)

Da Redação

Desde a última segunda-feira, 4, o novo esquema vacinal contra a poliomielite, que eram as duas doses de reforço com a vacina oral poliomielite bivalente (VOPb), conhecida como “gotinha”, foi substituída por uma dose da vacina inativada poliomielite (VIP), que é injetável. A VOP saiu de circulação no dia 27 de setembro.

A enfermeira da Vigilância Epidemiológica de Toledo, Thais Schmidt Vitali Hermes, disse que esse período de pouco mais de um mês foi para a logística reversa, as doses foram recolhidas nas unidades de saúde e as levadas para a Regional de Saúde. “De lá, a Regional as enviou para a Sesa, e o estado, para o Ministério da Saúde. Para garantir uma transição segura e evitar o risco de administração incorreta de uma vacina que não está mais indicada”.

Segundo ela, essa foi uma mudança nacional e era discutida há bastante tempo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e com as Câmaras Técnicas, pois completam-se 34 anos desde a erradicação do vírus selvagem da poliomielite no Brasil.

“Não temos casos há bastante tempo no Brasil e no mundo. A vacina oral contém um vírus vivo, apenas atenuado, ou seja, enfraquecido. Portanto, existem alguns riscos devido à presença desse vírus vivo. Já a vacina injetável contém o vírus inativado, ou seja, morto, o que a torna muito mais segura. Como estamos há todos esses anos sem a paralisia causada pela poliomielite no Brasil, e o cenário mundial é favorável, essa mudança torna a vacinação ainda mais segura. A vacina oral, por conter o vírus vivo, apresentava mais riscos, embora fosse muito eficiente na produção de anticorpos e na erradicação da paralisia, que causou muito sofrimento às crianças nas décadas de 1970 e 1980. Além disso, promovia a imunização de rebanho, protegendo toda a comunidade. Agora, como a poliomielite foi erradicada, a vacina injetável, por conter o vírus morto, é mais segura, o que justifica essa mudança”, afirma a enfermeira.

Foto: ilustração

Veja também

Publicações Legais

Edição nº2808 – 13/02/2026

Cotações em tempo real