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9 de julho, Dia do Oncologista: esperança e vida em meio à finitude

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Lidar com a perda e a finitude é um desafio constante para todo ser humano, mas nos hospitais que tratam doenças instigantes como o câncer, é realidade diária para os profissionais que encontraram na oncologia uma missão de vida. É no Dia do Oncologista – 9 de julho -, que mergulhamos neste contexto para mostrar a beleza e a esperança que permeiam o ambiente da profissão, essenciais no CEONC Hospital do Câncer em Cascavel, onde diariamente mais de 600 pessoas recebem atendimento especializado.

“Ser oncologista é viver várias emoções ao mesmo tempo, cuidando de pacientes em diferentes estágios da doença no mesmo dia, o que requer um equilíbrio técnico e emocional constante”, afirma a doutora Michelle Herrmann, oncologista clínica no CEONC há mais de sete anos.

Doença instigante
O câncer figura como a segunda causa mais comum de morte no Brasil, com estimativas de 704 mil novos casos anuais no triênio 2023-2025, concentrados principalmente nas regiões Sul e Sudeste, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Essa realidade evidencia não apenas o crescimento dos desafios para lidar com uma doença complexa e repleta de significados, mas também o avanço nas chances de cura ao longo das últimas décadas.

“É uma doença que nos inquieta, como profissionais e como sociedade, por sua complexidade e impacto emocional. Lidamos não apenas com a possibilidade de insucesso e com o impacto de perder alguém querido, mas também com vitórias surpreendentes que renovam nossa motivação para continuar lutando pela vida com qualidade”, revela Michelle.

Inspiração e integração
Foi justamente este ambiente carregado de significados que inspirou Michelle a optar pela oncologia durante seus estágios na clínica médica. Uma escolha consciente por uma área completamente desafiadora e distinta dentro da medicina.

“Encantei-me por um universo novo e cheio de possibilidades, mesmo diante de um tema que nos impacta profundamente como seres humanos, que é a nossa finitude”, relata.

Ela não é a única. Integra uma equipe com dezenas de profissionais que vivenciam os dramas e as alegrias do dia a dia clínico e hospitalar no CEONC.

Desde o diagnóstico até o tratamento e acompanhamento, os oncologistas atuam como parceiros em todas as fases da enfermidade, enfrentando desafios físicos e emocionais tanto para os profissionais quanto para os pacientes e suas famílias. “Temos o desafio de colaborar mutuamente e com diversas áreas da medicina, desde cuidados paliativos exclusivos até a interação com outros especialistas como cirurgiões, anestesistas, cardiologistas, pneumologistas e radioterapeutas. Manter a sinergia entre todas essas especialidades é fundamental para garantir um tratamento humanizado e completo, visando sempre o bem-estar e a qualidade de vida dos pacientes”, reforça a oncologista.

Humanização e acolhimento
Hoje existe o entendimento de que o câncer não é uma única doença, mas mais de 150 enfermidades diferentes, todas originadas das próprias células do paciente, que se tornam malignas e escapam dos mecanismos de defesa do corpo. Esse panorama torna o tratamento desafiador, pois um medicamento pode funcionar para um paciente e não para outro, o que instiga a busca por tratamentos personalizados e eficazes para cada indivíduo.

No CEONC, reconhecido nacionalmente por sua alta demanda e visibilidade, novas tecnologias são constantemente incorporadas para ampliar o acesso a tratamentos inovadores. Além dos avanços técnicos, mantém uma escuta atenta e respeita as vontades do paciente para oferecer um cuidado integral.

“Nos últimos anos, temos nos voltado cada vez mais para o ser humano de forma integral. Reconhecer que não somos apenas uma doença ou um simples capítulo na história, mas indivíduos com vontades próprias é essencial”, detalha Michelle, lembrando que o CEONC está sempre à frente, inovando e incorporando novas tecnologias e técnicas para beneficiar seus pacientes.

Autocuidado e equilíbrio
Como cada paciente é único, o profissional que o acompanha precisa adotar práticas de autocuidado para manter o equilíbrio emocional e técnico necessário para oferecer um cuidado personalizado e dedicado.

“São medidas simples, como a prática de exercícios físicos, dedicar tempo de qualidade ao lazer e à família, e manter uma prática religiosa, que nos ajudam a estar inteiros para dedicar-nos aos pacientes”, explica Michelle.

A terapia, segundo ela, é outra conduta fundamental para reconhecer o valor dos momentos simples da vida e priorizar cada instante.

“O nosso tempo é o bem mais precioso que temos, garantindo assim um cuidado compassivo e eficaz aos pacientes”, conclui a médica.

Fonte: Assessoria de Comunicação do CEONC

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Edição nº2809 – 18/02/2026

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