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60 anos do Rotary Club de Toledo

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Recebo no programa Gente & Poder deste sábado, dia 18, o presidente do Rotary Club de Toledo, Lucas Baú. Ele participa para destacar a trajetória e as comemorações pelos 60 anos de atuação do clube no município.

Ao longo de seis décadas, o Rotary Club de Toledo construiu uma história sólida, marcada pelo compromisso com o bem comum e por ações concretas que impactam diretamente a comunidade. Mais do que números ou eventos, trata-se de um legado que atravessa gerações, contribuindo para o fortalecimento de valores essenciais como ética, solidariedade e espírito de serviço — pilares que ajudam a explicar o protagonismo social de Toledo.

A celebração desse marco histórico acontece neste sábado (18), às 20h, no Mafalda Eventos, em um jantar comemorativo que vai além da festividade. É um momento de reconhecimento a todos que fizeram e fazem parte dessa caminhada, reafirmando o papel do Rotary como agente de transformação e projetando um futuro ainda mais participativo, engajado e comprometido com o desenvolvimento da comunidade toledana.

Michel Becker entra no radar de 2026

O nome de Michel Becker começa a circular com mais força nos bastidores políticos do Oeste. Não por acaso. A trajetória construída dentro de entidades empresariais, passando por ACIT, FACIAP e articulações nacionais e internacionais, deixa de ser apenas institucional — ganha contorno eleitoral.

O movimento é típico de quem não está mais só acumulando cargos, mas capital político. Em ano pré-eleitoral, currículo robusto vira vitrine. E vitrine, quando bem posicionada, vira candidatura.

A dúvida já não é sobre capacidade. É sobre timing: quando o empresário decide trocar o bastidor pela urna.

Entre a articulação e a urna

Com trânsito consolidado no meio empresarial e presença em conselhos estratégicos, Michel Becker se encaixa no perfil que partidos procuram para 2026: renovação com base técnica.

Mas política não se sustenta só em agenda e networking. O discurso de “novo” precisa sobreviver ao teste mais básico — voto.

Nos bastidores, o nome agrada e ganha espaço como possível pré-candidato a deputado estadual. Resta saber se vai sair do campo da especulação e encarar o jogo real.

Porque, em política, currículo abre porta. Quem decide se ela fica aberta é o eleitor.

Clássicos no lago


Toledo entra no roteiro internacional dos antigomobilistas com o 5º Encontro promovido pelo Veteran Car Club de Toledo. Com apoio da prefeitura, o evento nos dias 18 e 19 de abril, no Parque Ecológico Diva Paim Barth, deve reunir mais de 1.500 veículos e atrair visitantes de vários estados e países vizinhos — movimento que também aquece a economia local.

Evento aberto e com viés social
Além do apelo turístico e cultural, o encontro aposta no caráter comunitário: entrada gratuita e incentivo à doação de alimentos para entidades assistenciais. A iniciativa reforça a parceria entre sociedade civil organizada e poder público, com estrutura ampliada, shows e praça de alimentação para receber famílias de toda a região.

As viúvas do kit-propina

O chororô das viúvas dos vereadores do “kit-propina” já passou do ridículo faz tempo. Quem sempre operou na base da malandragem agora se faz de vítima quando a conta chega — e chega com juros.

Querem inverter o jogo: transformar denúncia em perseguição e crítica em crime. Só esquecem um detalhe básico — não existe narrativa que limpe histórico.

E o entorno? Um desfile de puxa-sacos de crachá, travestidos de assessores, que mais parecem papagaios de gabinete: repetem, defendem e aplaudem qualquer absurdo, desde que o contracheque siga em dia.

Não é defesa. É dependência.

No fim, sobra o velho roteiro: quem não tem argumento, apela pro barulho. Quem não tem caráter, tenta comprar silêncio.

Lacaios de corredores

O problema não é tentativa de inverter narrativa — é mais rasteiro que isso. O que se vê é ataque barato: apelidinho, rótulo pejorativo e a velha tática de misturar honestos com desonestos para tentar nivelar tudo por baixo. Estratégia clássica de quem não tem um único argumento sustentado na verdade.

Sem fato, inventa-se. Sem prova, apelida-se. Sem coragem, ataca-se.

E lá estão os “assessores” — entre aspas mesmo — funcionando como ascensoristas de gabinete: sobem e descem conforme o comando, apertam o botão que mandam e repetem o script até decorar. Pensar? Nem passa perto. O importante é não contrariar quem segura a chave do elevador.

Do outro lado, o jornalismo que trabalha com fonte, documento e responsabilidade. Não grita, não apelida, não inventa. Publica — e sustenta.

No fim, a diferença é simples: de um lado, barulho e bajulação. Do outro, fato e coragem. E isso, por mais que incomode, não se apaga com apelido.

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Edição nº2820 – 08/04/2026

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