Saturday, June 6, 2020
Isenção e Verdade


Brasil pode ter novas áreas livres de aftosa

Mapa coordena última etapa técnica para o reconhecimento O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está realizando a última…

Por redacao gazeta , em AgroGazeta , no dia22 de maio de 2020, 14:49h

Mapa coordena última etapa técnica para o reconhecimento

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está realizando a última etapa necessária para pleitear à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) o reconhecimento como zonas livres de febre aftosa sem vacinação. O estudo soro epidemiológico para febre aftosa está sendo realizado nos estados que que compõem o Bloco I do Plano Estratégico (PE) 2017-2026 do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA): Rio Grande do Sul, Paraná, Rondônia, Acre, 13 municípios do sul do Amazonas e cinco municípios do oeste de Mato Grosso.

O trabalho já era previsto pelo plano estratégico e consiste em coleta de amostras de sangue e inspeção clínica dos animais, além da aplicação de um questionário que deve ser respondido pelo produtor rural. O objetivo do estudo é comprovar que não existe a transmissão do vírus da febre aftosa nessas regiões. A metodologia utilizada e os resultados obtidos irão compor o relatório que será enviado à OIE. A seleção das propriedades foi feita por amostragem e abrangerá 995 estabelecimentos rurais, com cerca de 50 mil bovinos.

Para a execução desse trabalho, 120 médicos veterinários dos serviços veterinários dos estados lideram as equipes de campo. As amostras serão enviadas e processadas nos Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária (LFDA) do Ministério, situados em Porto Alegre (RS), Recife (PE)  e Belém (PA). A previsão é concluir os estudos até julho.

O resultado do trabalho será encaminhado, junto com outras informações, em agosto ao Grupo ad hoc de febre aftosa do Comitê Científico da OIE, que irá avaliar o atendimento das condições necessárias para reconhecimento internacional das áreas como livres de aftosa sem vacinação. Caso o comitê recomende o pleito do Brasil, a proposta é enviada à Assembleia Geral da OIE, prevista para ocorrer em maio de 2021, quando os países-membros irão votar o reconhecimento.

O Portal Agrolink vai exibir neste domingo (24) uma reportagem especial ouvindo todos os lados da retirada da vacinação contra febre aftosa: criador, indústria, autoridades e entidades.

Fonte: Agrolink

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