Tuesday, June 2, 2020
Isenção e Verdade


Nova fase das obras da Ponte da Integração vai empregar mais 150 pessoas

Construção já emprega cerca de 350 trabalhadores e está em ritmo avançado. Recursos são da margem brasileira de Itaipu Binacional….

Por redacao gazeta , em Geral , no dia20 de maio de 2020, 13:54h

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Construção já emprega cerca de 350 trabalhadores e está em ritmo avançado. Recursos são da margem brasileira de Itaipu Binacional.

crédito foto: Itaipu Binacional.

O consórcio Construbase–Cidade–Paulitec, responsável pela construção da Ponte da Integração Brasil-Paraguai, entre Foz do Iguaçu (BR) e Presidente Franco (PY), vai abrir mais 150 postos de trabalho para a nova fase das obras. A contratação não será imediata, mas seguirá o avanço das obras, que já estão com 20% dos trabalhos concluídos.

Segundo o gerente do consórcio, Osman Bove, serão convocados diversos profissionais, como carpinteiros, pintores, armadores, montadores e soldadores, entre outros. Atualmente, há cerca de 350 pessoas no canteiro de obras, a maior parte na margem brasileira. No lado paraguaio, está sendo finalizada a remoção da rocha detonada para, em seguida, serem iniciadas as estruturas de fundações dos pilares da ponte.

A nova ponte sobre o Rio Paraná faz parte de um pacote de investimentos da usina de Itaipu – que totaliza cerca de R$ 800 milhões – em obras estruturantes para a retomada do crescimento de Foz do Iguaçu e região. Só na ponte, o investimento previsto é de aproximadamente R$ 463 milhões, considerando a estrutura, as desapropriações e a construção de uma perimetral no lado brasileiro. A previsão é que a construção termine em meados de 2022.

“A nova ponte entre os dois países é mais um incentivo ao desenvolvimento regional, em alinhamento com o presidente Jair Bolsonaro”, diz o diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna. A estrutura vai facilitar a logística de cargas e melhorar o trânsito no centro de Foz do Iguaçu e na Ponte da Amizade. A obra é financiada por Itaipu, supervisionada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e gerenciada pelo governo do Estado.

Os recursos de Itaipu são provenientes de uma reestruturação administrativa iniciada desde a posse do general Joaquim Silva e Luna, em fevereiro de 2019. Mapeados e identificados os principais problemas e gargalos de Foz, e em consonância com as diretrizes do presidente Jair Bolsonaro, Silva e Luna definiu com a equipe interna um planejamento estratégico para iniciar mudanças dentro da empresa e propor soluções para a cidade e região, contribuindo para o desenvolvimento de todo o Estado.

Com isso, a cidade vem sendo dotada de nova infraestrutura: a construção da Ponte da Integração; melhorias no Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu, inclusive com a ampliação da pista de pouso e decolagem, que permitirá receber aviões de grande porte; construção do Mercado Municipal de Foz do Iguaçu; modernização e ampliação do Hospital Ministro Costa Cavalcanti, criado e mantido pela empresa, que atende também pelo SUS; e a duplicação da BR-469, rodovia estratégica para a mobilidade viária e para o turismo de Foz, entre outras.

Crédito: Rubens Fraulini/Itaipu Binacional.

Acelera Foz

Agora, a Itaipu Binacional entra numa nova onda de investimentos. Ancorado pelo Parque Tecnológico Itaipu (PTI), o Programa Acelera Foz, com sete eixos e oito parceiros, pretende criar todas as condições para atrair empresas à cidade e fomentar o empreendedorismo.

Para isso, a Itaipu e o PTI vão atuar para dotar Foz do Iguaçu de recursos tecnológicos, de inovação, inteligência artificial e melhoria no turismo. “É a união de várias frentes para colocar Foz em um novo patamar”, afirma Silva e Luna.

 

A Itaipu

Com 20 unidades geradoras e 14 mil MW de potência instalada, a Itaipu Binacional é líder mundial na geração de energia limpa e renovável, tendo produzido, desde 1984, 2,7 bilhões de MWh. Em 2016, a usina brasileira e paraguaia retomou o recorde mundial anual de geração de energia, com a marca de 103.098.366 MWh. A hidrelétrica é responsável pelo abastecimento de aproximadamente 15% de toda a energia consumida pelo Brasil e de 90% do Paraguai. Fonte: Assessoria Itaipu

 

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