Friday, June 5, 2020
Isenção e Verdade


Dia 22 de maio, será o prazo final para que a PERMUTA entre a 4ª e 1ª Promotorias seja impedida.

Vamos ver mais um capítulo da “dramaturgia toledana” ainda no ATO número 6103, onde Dr. Sandres Sponholz aplicou a si…

Por redacao gazeta , em Gente x Poder , no dia14 de maio de 2020, 18:10h

Vamos ver mais um capítulo da “dramaturgia toledana” ainda no ATO número 6103, onde Dr. Sandres Sponholz aplicou a si próprio o princípio da “moralidade”, como sugeri nessa coluna em 05 de março sua saída da 4ª Promotoria da Comarca de Toledo, culminando com o pedido de “permuta” entre 4ª e 1ª Promotorias.

Um dos meus leitores, indagou-se seu eu tinha conhecimento sobre quais foram as “fundamentações” feita por “ambos” para pleitearem essa permuta? Embasada da LAI – 12527 – esse jornalista, teve acesso e cópia integral do pedido e das fundamentações junto ao Conselho Superior do Ministério Público do Paraná e “BINGO”, meus apontamentos feitos aqui na coluna estavam corretos.

Dr. Sandres exercendo esse cargo na 4ª Promotoria, e tendo seu cônjuge já lançada a pré-candidata, gerava e gera inegável suspeição sob pena de todas as ações desenvolvidas por ele sofrerem revezes, uma vez que a Justiça Eleitoral penaliza atos de pré-campanha nos meses de janeiro a abril, mesmo àqueles que não estejam filiadas a qualquer agremiação partidária.

Vamos aguardar a análise da Corregedoria, para ver se os fundamentos não maculariam a imparcialidade necessária que deve ter um Promotor no desenvolvimento de suas atividades assim como, caso seja aceito tal remoção ele não venha a ser impedido se a 1ª Promotoria também atuar na política.

Leiam todas as “fundamentações”  nesse link

SANDRES_FINAL.pdf corrigido

 

Novo comando no 19 BPM

O 19º BPM de Toledo está sob novo comando desde o dia 13 de maio quando o Major Jorge Aparecido Fritola entregou ao Major José Osmar Novach. Após o ato de passagem de comando, foi feito o descerramento do quadro do Major Jorge, que será fixado na galeria de ex-comandantes da unidade com as presenças Comandante do 5ºCRPM, oficiais do comando Regional, o subcomandante do 19ºBPM, oficiais e praças da Unidade.

Emissão de NFs comprova que Toledo continua produzindo.

Ainda estão fechados aproximadamente 8,4 mil estabelecimentos do Simples Nacional e 2,3 mil do Regime Normal no paraná. O período que registrou maior queda no número de empresas em atividade foi entre 23 e 27 de março.

Emissão de NFs comprova que Toledo continua produzindo. I

Cerca de 89% das empresas que emitem documentos fiscais (NF-e ou NFC-e) estavam com operação normal no Paraná na semana passada, de acordo com o boletim conjuntural divulgado nesta quinta-feira (14) pelas secretarias de Planejamento e Projetos Estruturantes e da Fazenda. Em Toledo, Pato Branco, Araucária e Umuarama o índice chega a 95%. O resultado é um comparativo com o patamar de normalidade (valor referência igual a 100) da segunda semana de março.

Emissão de NFs comprova que Toledo continua produzindo. II

O período que registrou maior queda no número de empresas em atividade foi entre 23 e 27 de março, logo após o Governo do Estado listar os setores essenciais e recomendar o fechamento dos não-essenciais. Cerca de 54% estavam abertas e algumas cidades atingiram patamares inferiores a 50%: Cianorte (37%), Umuarama (40%), Foz do Iguaçu (40%), Francisco Beltrão (42%) e Pato Branco (44%).

Emissão de NFs comprova que Toledo continua produzindo. III

Essa análise leva em consideração apenas empresas formais que emitiram ao menos uma nota fiscal nesses dois meses. Segundo a Receita Estadual, com base nesse indicador, ainda estão fechados aproximadamente 8,4 mil estabelecimentos do Simples Nacional e 2,3 mil do Regime Normal.

Emissão de NFs comprova que Toledo continua produzindo. IV

Essa variação respalda a queda de arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no Paraná. No primeiro quadrimestre deste ano a perda foi de 3,8%. O índice é uma comparação com o mesmo período do ano passado, reajustado pela inflação. Pelos cálculos da Fazenda, o resultado reflete as variações negativas de março (-6,3%) e abril (-16,9%) e representa R$ 405,3 milhões a menos nos cofres públicos.

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