Tuesday, May 26, 2020
Isenção e Verdade


Empresas formalizam entrada no Living Lab do Tecpar

As empresas selecionadas para participar do Living Lab do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) formalizaram seu ingresso ao programa…

Por redacao gazeta , em Estadual , no dia19 de fevereiro de 2020, 17:44h

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As empresas selecionadas para participar do Living Lab do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) formalizaram seu ingresso ao programa nesta quarta-feira (19). A partir da assinatura do contrato as companhias vão instalar seus equipamentos no Câmpus CIC do Tecpar, em Curitiba, que vai funcionar como um laboratório a céu aberto para testar as inovações em parceria com o instituto.

Elas foram selecionadas por meio da Agência de Inovação do Tecpar, a partir de um edital de chamamento público. O diretor-presidente do Tecpar, Jorge Callado, destacou o potencial da parceria para difundir as tecnologias em todo o Paraná.

“No Living Lab do Tecpar as empresas vão testar suas tecnologias em ambientes abertos, simulando o uso de suas soluções inovadoras em escala real e gerando dados para futuras aplicações em larga escala. O laboratório a céu aberto no Tecpar vai integrar a comunidade ao ambiente de pesquisa e inovação, com foco no desenvolvimento econômico e social do Paraná”, explicou o diretor-presidente.

O superintendente de Inovação do Estado, Henrique Domakoski, ressalta que o Living Lab é uma importante iniciativa para estimular o empreendedorismo inovador no Paraná. “A inovação não sai só do Estado ou da academia, mas é uma junção de três hélices: Estado, iniciativa privada e academia. Essa parceria do Tecpar com as empresas privadas é fundamental para que este desenvolvimento aconteça, porque abre as portas para que soluções inovadoras sejam testadas na prática”, afirma.

A partir da formalização da participação das empresas no programa, as empresas vão instalar suas tecnologias no Câmpus CIC. A previsão é que a chegada dos equipamentos ao laboratório inicie já em março.

SELECIONADAS – Três propostas aprovadas contemplam tecnologias para smart cities. São os semáforos inteligentes, da empresa maringaense Seebot Soluções Inteligentes; os equipamentos de identificação e classificação de veículos por sensores e por imagem, da Vsis Indústria e Comércio; e os sistemas de telegestão de iluminação pública e de telemetria, da Smartgreen Tecnologia. A telemetria é um sistema de monitoramento para comandar, medir ou rastrear algo a distância, por meio de dispositivos de comunicação sem fio.

Na área de energias renováveis os projetos selecionados são de um microposto para biometano, da Bley Energias; de um processo de produção de energia a partir de fósforo extraído de produtos orgânicos, das empresas Oxien do Brasil e Bley Energias; de uma plataforma para consultoria energética, da Eidee Energia; e de uma planta-piloto de microrrede de energia, da Fohat Corporation.

Outra empresa selecionada no Living Lab é a L8, que testará soluções tecnológicas em energias renováveis, como garagens solares e também tecnologias para smart cities, entre elas um leitor biométrico, um poste inteligente e câmeras para leitura de placa de veículos e reconhecimento facial.

CONCEITO – O conceito de Living Lab tem sua origem ao final dos anos 1980 e despertou o interesse internacional em 2006, quando a Comissão Europeia iniciou projetos para coordenar e promover um sistema europeu de inovação comum.

Como nem sempre a validação interna é suficiente, muitas empresas precisam validar e melhorar as suas soluções em um ambiente real antes de comercializá-las. Para isso, recorrem aos living labs para testar seus produtos e serviços em campo. A avaliação pode ser feita no estágio inicial de pesquisa e desenvolvimento e durante todos os elementos do ciclo de vida de um produto, de seu projeto até a reciclagem.

PRESENÇAS – Estiveram presentes na solenidade de assinatura a vice-diretora do Instituto Carlos Chagas (ICC), Andreia Avila; o assessor de Inovação do Detran, Dionatha Mello; o secretário-executivo do Sistema Estadual de Parques Tecnológicos (Separtec) Jose Maurino de Oliveira Martins; o coordenador de Ciência e Tecnologia na Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Paulo Renato Parreira; e os diretores do Tecpar, Rafael Rodrigues (de Tecnologia e Inovação) e Arnaldo Fonseca (de Administração e Finanças).

Fonte: Agência Estadual de Notícias

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