Monday, April 6, 2020
Isenção e Verdade


Margem brasileira de Itaipu Binacional triplica investimentos no Oeste do PR em 2019

Os investimentos passaram de R$ 103,7 milhões, em 2018, para R$ 252,4 milhões, no ano passado. Nova ponte Brasil-Paraguai já…

Por redacao gazeta , em Regional , no dia13 de janeiro de 2020, 14:10h

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Os investimentos passaram de R$ 103,7 milhões, em 2018, para R$ 252,4 milhões, no ano passado. Nova ponte Brasil-Paraguai já recebeu R$ 66 milhões.

A margem brasileira da usina de Itaipu elevou em quase três vezes, em 2019, os investimentos no desenvolvimento social, econômico, turístico e cultural da região Oeste do Paraná. O salto foi de 143,3%. Em 2018, os recursos aplicados nessas áreas pela usina somaram R$ 103,7 milhões; em 2019, o valor passou para R$ 252,4 milhões, com impacto direto na qualidade de vida e na geração de emprego e renda para milhares de pessoas.

Do total investido no ano passado, o mais expressivo refere-se ao início das obras da Ponte da Integração Brasil-Paraguai, que ligará Foz do Iguaçu (PR) a Presidente Franco. Os recursos de Itaipu somaram R$ 66,3 milhões, o equivalente a 14% do total previsto para as obras da ponte e da Perimetral Leste (R$ 462,9 milhões). A região do Porto Meira, onde a ponte está em construção, se transformou em um gigantesco canteiro de obras.

A Itaipu também investiu no ano passado cerca de R$ 21,5 milhões em infraestrutura aeroportuária, principalmente em obras no Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu. Em 2018, a usina havia aplicado R$ 3 milhões neste setor, sete vezes menos. Entre os projetos em andamento, hoje, estão a ampliação da pista de pousos e decolagens, que vai possibilitar a operação de aeronaves maiores, e a duplicação da via de acesso ao terminal. São obras que vão impulsionar o turismo, vocação natural da região.

A extinção de convênios e patrocínios sem relação com a missão empresarial de Itaipu, diretriz adotada pela atual gestão, permitiu ainda a alocação de mais recursos em projetos de meio ambiente e responsabilidade social, beneficiando toda a área de influência do reservatório. Os gastos no apoio à implantação da Coleta Solidária, por exemplo, aumentaram de R$ 3,2 milhões, em 2018, para R$ 15,8 milhões, no ano passado.

Ainda na área de responsabilidade social, a implantação de moradias populares no Oeste paranaense chama a atenção. O projeto beneficia famílias em situação de vulnerabilidade e risco social. Em 2018, Itaipu investiu R$ 25,5 mil neste segmento; no ano passado, o valor foi ampliado para R$ 5 milhões. O salto é de quase 300 vezes mais de um ano para o outro.

A empresa também fechou parceria com Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA, na sigla em inglês) para promover na região Oeste o projeto Prevenção e Redução da Gravidez Não Intencional na Adolescência. As capacitações de profissionais de saúde, educação e assistência social começaram em junho de 2019 e alcançaram 361 pessoas em cinco módulos. Novas ações estão previstas para 2020. A parceria virou um case de sucesso.

O projeto de canoagem Meninos do Lago, voltado para alunos de 5 a 16 anos de idade, também ganhou impulso em 2019. O número de vagas saltou de 100 para 600, ampliando as oportunidades para jovens em situação de vulnerabilidade social. Muitos permanecem no esporte e participam de competições nacionais e internacionais. A iniciativa é desenvolvida pelo Instituto Meninos do Lago (Imel) com apoio da Itaipu, da Federação Paranaense de Canoagem e da Prefeitura de Foz do Iguaçu.

A empresa também manteve investimentos no programa Sustentabilidade das Comunidades Indígenas, que atende a cerca de 290 famílias (aproximadamente 1.450 pessoas), distribuídas em três aldeias da região (Ocoy, em São Miguel do Iguaçu, e Añetete e Itamarã, em Diamante D’Oeste). As ações envolvem projetos de segurança alimentar e nutricional, agropecuária e infraestrutura e promoção da cultura, todos com recursos de Itaipu.

Entre as várias ações desenvolvidas, a implantação do Parque Linear Código Bezerra, em Cascavel, teve atenção especial. A implantação do parque exigiu recursos de R$ 8,9 milhões. Outro destaque é a revitalização de áreas públicas de lazer do reservatório (como as prainhas) e de áreas públicas de lazer em geral. Em 2018, o investimento total neste setor foi de R$ 796,7 mil; em 2019, passou para R$ 6,5 milhões, oito vezes mais.

Outras áreas

Na área da saúde, a Itaipu investiu R$ 34,4 milhões no Hospital Ministro Costa Cavalcanti (HMCC), em 2019, pouco mais da metade do total de R$ 64,7 milhões que serão investidos na reforma e ampliação da estrutura física da unidade de saúde, a mais importante de Foz do Iguaçu e região. Ao final dos trabalhos, o número de leitos do hospital passará de 202 para 260, com aumento das salas cirúrgicas, construção de um novo laboratório de análises clínicas e expansão dos serviços de quimioterapia e radioterapia, entre outras melhorias e avanços.

Para 2020, a usina anunciou investimentos na construção de um novo hemonúcleo do HMCC (R$ 4,1 milhões), dobrando a capacidade de atendimento do banco de sangue, e ampliação dos serviços do Centro de Medicina Tropical (CMT) da Tríplice Fronteira (mais R$ 4 milhões), incluindo reformas na atual estrutura, novas edificações e aquisição de equipamentos, mobílias e insumos.

“Todos esses investimentos em obras com legado para a população são uma contrapartida da nossa gestão, atendendo às diretrizes do governo do presidente Jair Bolsonaro, que quer fazer deste País um Brasil melhor”, diz o diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna. E complementa: “É também uma responsabilidade da empresa com o dinheiro do consumidor, que paga pela energia elétrica”.

 

 

 

A Itaipu

Com 20 unidades geradoras e 14 mil MW de potência instalada, a Itaipu Binacional é líder mundial na geração de energia limpa e renovável, tendo produzido, desde 1984, mais de 2,6 bilhões de MWh. Em 2016, a usina brasileira e paraguaia retomou o recorde mundial anual de geração de energia, com a marca de 103.098.366 MWh. Em 2018, a hidrelétrica foi responsável pelo abastecimento de 15% de toda a energia consumida pelo Brasil e de 90% do Paraguai.

Fonte: Assessoria de comunicação Itaipu

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